Após perder patrocínio por ‘briga’, Cyborg dispara: ‘Não possuem dinheiro para pagar’

    Cris Cyborg (Foto: Getty Images)

    Ainda como resquício da briga com Angela Magaña no encontro de lutadores do Ultimate, em Las Vegas (EUA), no último mês, Cris Cyborg perdeu um patrocinador. A marca GRRRL, de roupas atléticas femininas, divulgou um comunicado em seu site oficial afirmando que a briga com a “companheira” de UFC não é uma postura que a empresa busca para as suas embaixadoras.

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    Comunicado oficial da empresa rompendo o contrato com Cris Cyborg, ex-campeã peso-pena do Invicta FC (Foto: Reprodução)

    “Infelizmente, em questão de horas para aparecer e falar em nosso evento, Cris se envolveu em uma briga com outra lutadora no retiro do UFC. A conduta de Cris a este respeito foi amplamente condenada pela indústria da luta e pela organização pela qual ela é contratada como lutadora”, dizia parte do comunicado, que seguiu.

    “Como uma empresa com representação e embaixadores da marca entre as meninas de até seis anos, não podemos concordar publicamente com esse comportamento, especialmente porque o comportamento está diretamente em conflito com as mensagens que Cris compartilhou no evento, sobre o bullying cibernético e a mensagem da nossa empresa é para promover a harmonia feminina e a unidade”, relatou a empresa, que tinha contrato de 12 meses com a brasileira.

    Em resposta nas redes sociais, Cyborg disse que participou de um evento da empresa e que não recebeu ainda o dinheiro combinado. A curitibana, então, garantiu que isso é uma “desculpa” para que a marca não lhe pague.

    “Meu cachê de aparição pública foi de US$ 7,5 dólares. Eles não têm o dinheiro para pagar, por isso estão à procura de desculpas após o evento não ser lucrativo”, escreveu Cyborg.

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