Rudson Mateus vibra com ouro duplo no Mundial na marrom: ‘Maior feito da minha carreira’; veja

    Rudson Mateus foi campeão ouro duplo na faixa-marrom do Mundial (Foto: Reprodução/Instragram)

    Recém promovido à faixa-preta, Rudson Mateus realizou um feito importante no último mês de junho. O lutador, pupilo de Caio Terra, conquistou o ouro duplo na faixa-marrom, no Mundial da IBJJF, na Califórnia (EUA). Em entrevista à TATAME, o amazonense comentou sobre o momento em que conquistou as medalhas e o estudo que fez antes do evento para saber o caminho que teria até as finais.

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    Rudson Mateus  foi campeão ouro duplo na faixa-marrom do Mundial da IBJJF (Foto: Reprodução/Instragram)

    “A sensação é demais, tive muitas experiências nesses dois longos anos. Eu fiz um cálculo dias antes da competição e sabia com quem eu iria lutar, desde a primeira à sexta luta. Eu, primeiro, visei minha categoria, é claro que eu também almejava vencer o absoluto, mas no momento da minha luta contra o Gustavo (Espindola), eu só pensava na minha final”, contou Rudson.

    Além disso, Rudson contou mais sobre a importância da conquista e classificou como “o maior feito de sua carreira” até o momento. O lutador também fez seus agradecimentos, revelou seus ídolos na arte suave e a sensação sobre a graduação na faixa-preta e o seu objetivo.

    Confira a entrevista na íntegra com Rudson Mateus:
    – Análise das finais da divisão e absoluto no Mundial

    Eu nem sei qual era o jogo dele (Perttu Tepponen), eu só pensava em fazer o meu na hora, e acho que meu estilo de luta era mais agressivo. Já quando entrei no absoluto, eu jamais esperava lutar contra o Gutemberg na primeira luta, ele foi o cara mais difícil e foi uma final antecipada. Estudei cada adversário e entrei com jogos diferentes, pois logo na primeira luta foi o Gutemberg, na segunda Vinicius e a terceira o Casey… Três máquinas.

    – Importância do ouro duplo e agradecimentos

    Eu precisava desse título, dediquei para a minha família, meus amigos e ao meu mestre Caio (Terra). Caio e o time estiveram comigo e me apoiaram para que, em nenhum momento, eu pensasse em desistir.

    – Maiores inspirações dentro do Jiu-Jitsu

    Meu mestre Caio, Leandro Lo, André Galvão e Rômulo Barral.

    – Conquista do ouro duplo na marrom e próximo alvo

    Foi o maior feito da minha carreira (conquistar o ouro duplo na faixa-marrom). Eu irei treinar bastante para, no meu primeiro ano do Mundial, ser campeão (como faixa-preta). Estou preparado para subir mais um degrau.

    – Faixas-marrom em ascensão e sucesso de Nicholas Meregali

    Tem vários faixas marrom que irão subir e embolar mais a divisão: Alex Sodre, Hugo Marques, Espen e Gutemberg. Eu achei demais, pena que eu queria que o Leandro (Lo) vencesse, mas o grande destaque foi para o Nicholas (Meregali), que no seu primeiro ano (como faixa-preta), conquistou seu título mundial, e ao Buchecha, que igualou o feito de Roger Gracie.

    – Arbitragem, estrutura e organização do Mundial

    Arbitragem regular (do Mundial). A estrutura é demais, mas acho que o Brasileiro roubou a cena este ano, considero como maior evento de Jiu-Jitsu de 2017.

    – A conquista da tão sonhada faixa-preta

    Eu fiquei muito feliz quando o meu mestre Caio Terra me presenteou com a faixa-preta. Já esperava esse momento e almejava isso. Foi um fato muito grande. Eu sempre quis ser um faixa-preta e agora o meu sonho está mais próximo, que é ser um campeão Mundial na faixa-preta. Sempre tive esse sonho e hoje está mais próximo. Ano quem vem pode ser esse ano.

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