Lovato Jr. revela título mais marcante no Jiu-Jitsu e sonho de enfrentar Leandro Lo: ‘Seria uma honra’

    Rafael Lovato Jr. declarou que seria uma honra enfrentar Leandro Lo (Foto: Reprodução)

    Por João Carlos Cavalcanti

    Vindo de duas boas vitórias pelo Bellator e uma grande superluta contra Marcus Buchecha, no ADCC Trials – apesar da derrota -, Rafael Lovato Jr. agora está se preparando para o ADCC 2017, maior campeonato de luta agarrada do mundo, que este ano acontece em setembro, na Finlândia.  Com seu foco voltado para o Jiu-Jitsu, mesmo que momentaneamente, Lovato rasgou elogios ao casca-grossa Leandro Lo, um dos principais nomes no cenário da arte suave atualmente.

    “Lo está em chamas agora! Eu realmente gostei de como seu jogo evoluiu. Agora ele está mostrando grandes quedas e ainda mais pressão. Eu estava esperando um pouco mais de ação em suas superlutas, mas Lo é tático e ele jogou perfeitamente (no ADCC Trials). Ninguém melhor em marcar pontos e não sofrer do que o Leandro Lo. Ele é muito difícil de bater! Seria uma honra enfrentá-lo”, disse Lovato, um dos principais representantes americanos no Jiu-Jitsu, em entrevista à TATAME.

    Lovato Jr
    Rafael Lovato Jr. declarou que seria uma honra enfrentar Leandro Lo (Foto reprodução)

    Hoje em dia se dedicando mais ao MMA, mas com várias conquistas na arte suave, Lovato foi questionado sobre qual seria o seu título mais memorável no esporte. E mesmo sendo essa uma questão difícil de se responder, o faixa-preta destacou dois títulos que ficaram marcados.

    “Isso é muito difícil de dizer, eu tenho tantas memórias incríveis… Nada é como ganhar o seu primeiro Mundial na faixa preta, porque você sonha com aquilo durante toda sua carreira de Jiu-Jitsu, mas um título que é extremamente especial para mim, é o meu título no absoluto no Brasileiro. Eu costumava ir muito para o Brasil quando eu era adolescente para treinar e competir no Mundial e Brasileiro. Naquela época, quase não havia americanos que pudessem competir ao nível dos brasileiros. Eu sempre olhei para os grandes campeões ao final dos anos 90 e início dos anos 2000. Eu sonhei ser tão bom quanto eles e um dia tornar-me um americano campeão do mundo e campeão absoluto. Quando eu estava competindo lá em 2013, eu tinha todas essas emoções de quão longe eu tinha vindo e de ter meus objetivos atingidos, mas eu ainda nunca tinha ganho um título absoluto principal. Eu sempre amei competir no Brasil por causa da energia especial. Eu estava tão inspirado e senti que era o meu destino vencer naquele dia. Consegui alcançar meu sonho, com uma apresentação na final, e fazê-lo no Brasil, onde eu tinha tantas lembranças assistindo todos os grandes campeões brasileiros ganhar o mesmo título que eu tinha acabado de ganhar… Foi um sentimento surreal e um que eu nunca vou esquecer”, encerrou o experiente faixa-preta.

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