Na final do Gracie Pro, Bate-Estaca comemora e elogia evento: ‘Está maravilhoso’; confira

    Jéssica Bate-Estaca está na final peso-leve na faixa-marrom, e fará final neste domingo (Foto: Yago Rédua)
    Jéssica Bate-Estaca está na final peso-leve na faixa-marrom, e fará final neste domingo (Foto: Yago Rédua)

    Por Yago Rédua

    Uma das grandes atletas da categoria peso-palha feminino do UFC, Jéssica Bate-Estaca recebeu a faixa-marrom há poucas semanas do mestre Paraná, da equipe PRVT. Neste sábado (22), lutando na divisão peso-leve, a lutadora conseguiu a classificação para a final do Gracie Pro contra Mayara Angélica, que será realizada neste domingo (23), após finalizar uma faixa-preta. Em entrevista à TATAME, a lutadora comentou sobre a participação com cada vez frequência em torneios de Jiu-Jitsu.

    Jéssica Bate-Estaca está na final peso-leve na faixa-marrom, e fará final neste domingo (Foto: Yago Rédua)
    Bate-Estaca está na final peso-leve na faixa-marrom, e fará final neste domingo (Foto: Yago Rédua)

    “Está muito bom, eu demorei bastante para pegar a minha faixa-roxa e agora, com dois anos, o mestre me graduou na faixa-marrom. Eu acho que chegou na hora certa, no momento certo. Lutei com uma faixa-preta, venci por finalização e isso prova o bom trabalho da equipe PRVT, eu sou cria de lá. Graças a Deus, está sendo só vitórias. Pouco tempo de marrom, mas vindo de bons resultados”, comentou Jéssica.

    Sobre a superluta entre Roger Gracie e Marcus Buchecha, que acontece neste domingo (23), Bate-Estaca não escondeu para quem vai a sua torcida. Além disso, elogiou a estrutura do Gracie Pro e espera que tenham mais edições.

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    “Eu vou torcer muito para o Roger, mas o Buchecha é um cara bem duro também. Eu torço muito para a família Gracie, porque é o berço do Jiu-Jitsu. Os caras são sinistros. E o evento está maravilhoso, sem palavras para dizer, porque eu já participei de muitos eventos aqui no Rio, fora do Brasil, São Paulo, e não tinha essa mesma estrutura. No vestiário, tinha comida, pesamos antes, isso é o que falta nos campeonatos de Jiu-Jitsu. O Gracie Pro fez exatamente o que faltava. Espero que tenham mais edições, porque eu quero participar de novo”, encerrou.

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