Feliz com participação no ADCC, Nicolini exalta treinos com Léo Vieira: ‘Diferente’

Publicado em 18/09/2017 por: Yago Redua
Feliz com participação no ADCC, Nicolini exalta treinos com Léo Vieira: ‘Diferente’ Michelle Nicolini passou a limpo sua vitoriosa trajetória no Jiu-Jitsu (Foto reprodução Instagram)

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Por Yago Rédua

Multicampeã no Jiu-Jitsu e agora uma das estrelas do ONE Championship, evento de MMA na Ásia, Michelle Nicolini agora vai em busca do bicampeonato no ADCC – já que a lutadora levou o ouro para casa em 2013. O maior evento de luta agarrada no mundo será realizado no próximo fim de semana (23 e 24), na Finlândia, e contará com a presença de grandes nomes da arte suave e do Wrestling. Em conversa com à TATAME, a casca-grossa contou sobre a sua preparação na Checkmat com o experiente mestre Léo Vieira.

“Eu decidi me preparar para o ADCC com a minha equipe e mestre Léo Vieira na Checkmat HQ, em Los Angeles (EUA). Treinei Wrestling, fiz o condicionamento físico e muito Jiu-Jitsu. Acredito no trabalho que fizemos e vou chegar forte nesta edição do ADCC. Como eu estava nos Estados Unidos por dois meses, eu não pude deixar de treinar MMA também e o Juan (Brazilian Samurai) me ajudou com isso. Muda um pouco do No-Gi para o MMA, mas o foco acaba sempre sendo finalizar o adversário”, comentou Nicolini, afirmando que existe um “friozinho na barriga” antes do evento, mas que está muito feliz por esse momento.

“Sim, eu parei de lutar os Mundiais e competições de quimono. Fiz ano passado só uma luta casada e um evento sem quimono. Eu adoro competir, mas queria outros desafios, por isso mudei para o MMA. O friozinho na barriga existe, mas hoje em dia é super controlável. Estou muito feliz e ansiosa para lutar ao lado do meu mestre. Ele me inspira muito”.

Na divisão até 60kg, aparecem grandes nomes como Mackenzie Dern, Bianca Basílio, Rikako Yuasa, Bia Mesquita e Talita Alencar na corrida pelo ouro. Michelle disse que, mesmo no MMA, segue acompanhando o Jiu-Jitsu feminino de perto, e ainda revelou uma curiosidade com a oponente Elizabeth Clay, vencedora da seletiva norte-americana.

“Com certeza, acompanho o mundo feminino do Jiu-Jitsu. Inclusive, a garota de 17 anos que ganhou a seletiva americana, Elizabeth, já dei aula particular para ela, muito dedicada. Esta categoria, até 60kg feminino, acho que é uma das mais disputadas. Não dá para falar em favorita. Mudaram as regras né, então tudo pode acontecer”, encerrou Nicolini.

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