Braulio fala sobre volta às competições e árbitros: ‘Nunca existirá regra perfeita’

por: TATAME | @tatameofficial
Publicado em 16/11/2017
Braulio fala sobre volta às competições e árbitros: ‘Nunca existirá regra perfeita’ Braulio fará seu retorno às competições em duelo contra Rudson Mateus (Foto reprodução Instagram)

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Por Diogo Santarém

Grande nome do Jiu-Jitsu, com inúmeros títulos no currículo, Braulio Estima hoje atua em uma área diferente do esporte. Além de comandar a Gracie Barra – Birmingham, na Inglaterra, o brasileiro vem atuando nos bastidores como um dos representantes – e responsáveis pela expansão – do evento ACB Jiu-Jitsu (Absolute Championship Berkut).

Aos 37 anos de idade, o faixa-preta, porém, não descarta uma despedida dos tatames. Em entrevista à TATAME, Braulio garantiu que uma última luta está dentro dos seus planos.

“Penso sim em fazer uma última luta, só quer ter certeza de que o meu pescoço estará bem para aguentar a preparação. Eu tenho só 37 anos, se Deus quiser muito chão pela frente, e quero ter uma vida ativa. Tenho que deixar o ego de lado, fazer pelo menos a saideira. Quem sabe pelo ACB Jiu-Jitsu, no ano que vem? (risos)”, afirmou o lutador.

Com feitos e duelos memoráveis na arte suave, Braulio também comentou sobre a evolução do esporte, em especial da arbitragem. Para ele, a regra perfeita nunca vai existir, portanto, cabo ao lutador dominá-la para fazer o seu melhor conforme o jogo.

“Na minha opinião, não existe e nunca existirá uma regra perfeita. Cabe a nós saber usá-la para vencer o combate. Eu, por exemplo, sempre procuro a finalização, porque esse é o meu estilo de jogo, mas cada um é diferente. Tem gente que luta por pontos, amarra, eu respeito do mesmo jeito. Cada um direciona sua luta para onde quer, mas os pontos são dados para as posições de domínio. Então, cabe a você, nessa situação, usar o domínio para finalizar ou segurar”, disse o faixa-preta da Gracie Barra, que ainda concluiu.

O Jiu-Jitsu é um esporte dinâmico, divertido, eficiente e inteligente. Você não está exercitando apenas o corpo, mas também a cabeça, e no processo, apreendendo valores importantes para a vida fora do tatame. Isso é facilmente visto nos olhos daqueles que praticam e, principalmente, daqueles que tiveram a vida completamente mudada”.

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