Enquete TATAME: mestres falam se são contra ou a favor do corredor polonês

    Líder da Nova União, Dedé Pederneiras foi um dos que falou sobre a polêmica em entrevista à TATAME (Foto reprodução)

    Na estreia da Enquete TATAME, conversamos com oito professores para debater a polêmica do corredor polonês no Jiu-Jitsu. Veja o que falaram Luiz Dias, Márcio Cromado, Feu BJJ, Vinicius Amaral, Rafael Carino, Márcio Carreira, Charles Albert e Dedé Pederneiras, e deixe a sua opinião sobre: e aí, fã da arte suave, você concorda ou não com esta prática?

    Confira o vídeo abaixo e responda:

    12 COMENTÁRIOS

    1. Sou contra. Tenho 36 anos, iniciei no Jiu Jitsu aos 13 anos e já tive 4 professores diferentes. Todos eram contra o corredor. Dessa forma fui ensinado que isso não é legal.

    2. Sou contra o que isto prova, o que ensina para aluno, e importante por que ? Isto não é tradição e sim agressão!
      Aluno entra na academia para aprender a se defender e não apanha.
      Alem do mais eles falar que é tradição, Mitsuyo Maeda fazia, Helio Gracie fazia os Gracies fazem, a resposta e não então não tem tradição!
      Isto e um tal de um masoquismo e um sadismo enrustido que muito professor tem de te que bater nos outro para se auto afirma.
      Lembrando que sadomassoquista e o parceiro que sente prazer em bater e apanhar durante o ato.

    3. Presenciei o hábito do corredor polonês na Carlson Gracie e ocorreu uma lesão no olho do grande atleta Vinicinho, lesão essa em que poderia ter perdido a visão. À partir daí o mestre Carlson procurou inibir a prática. Posteriormente as grandes academias aboliram essa “brincadeira”. Hoje o Jiu-Jitsu é muito abrangente, nas salas de aula há presença de pais, mães, crianças e, creio eu, não se sentiriam bem assistindo essa “tradição”.

    4. Isso e uma tradicao no jiu jitsu o que nao pode e a selvageria como batem tem que serbuma brincadeira moderada com muito respeito por quem passe pelo corredor. A tradicao e tudo na vida temos que respeitala oss

    5. Acho pouco nobre. O samurai combate com honra, e não tem honra em bater em alguém em grupo e pelas costas. Tem gente que perde a noção da força e mete a mão, bate na cabeça, etc. Se alguém tem esse desejo interno de te machucar, que lhe ataque pela frente.

    6. Ainda vem gente falar em samurai, honra e outras baboseiras. Cara, o negócio sempre foi grana, poder e mulheres! o resto é conversa pra boi dormir! Esse negócio de corredor polonês é coisa para imbecis infantilizados. E outra, mestre porra nenhuma, professor!

    7. Não há nesta prática um espírito marcial e, tampouco, desportivo. Os professores/senseis que permitem isso em suas academias e dojôs estão incentivando o desrespeito entre seus alunos e ensinando violência, que a evolução (de graduação, filosofia e aprendizado) dentro do Jiu-Jitsu tem um “batismo” agressivo e, por isso, precisam ser “cascas grossas”.

    8. meu filho fez 13 anos e passou nesse tal corredor sem meu conhecimento e nem aviso prévio da academia aos pais. O resultado foi hematomas pelo corpo, e o que é pior, causado pelo instrutor maior de idade que bateu com muita força. Vou tirar ele dessa academia, pois acho que aquele que incentiva violência, sem chance de defesa, não tem moral para cobrar nenhum tipo de disciplina do aluno, aliás, estão treinando pessoas para serem agressivas e não controladas. Desaprovado totalmente.

    9. Sou a favor desde que o professor ou RESPONSÁVEL esteja certo doa risco que pode acontecer. Eu vou dar um exemplo; na academia que já frequentei um aluno de 44 anos perdeu a visão do lado direito ao receber uma fachada no olho. Ele tinha acabado de fazer exame para faixa marrom, mas ao meu entender não esperava tamanha brutalidade de pessoas que já estava ali anos com ele no TATAME. Eu que era iniciante, nunca mais fui. Dois anos depois a academia fechou devido a falta de alunos. Aí fui atrás da informação deste tal corredor polonês que não tem nada a ver com a graduação do Jiu Jitsu ou qualquer outra marcial que usa esta tradição para justificar a continuidade.
      Pois bem, pra mim depois de estudar a fundo sobre a história do corredor polonês cheguei a conclusão que não tem nada ver com arte suave e acho isso uma tremenda idiotice. Nogueira Team tem toda razão de banir isso de sua academia, o atleta sofre no TATAME, rala pra caralho aí chega no seu MOMENTO de glória vai receber pancada nas costela pra que? Qual a finalidade disso para sua vida pessoal social e profissional?

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