Fábio Florêncio destaca ‘trabalho inovador’ feito no CT Brasil e afirma: ‘Poucas equipes fazem isso’; saiba

Publicado em 05/03/2018 por: Mateus Machado
Fábio Florêncio destaca ‘trabalho inovador’ feito no CT Brasil e afirma: ‘Poucas equipes fazem isso’; saiba Fábio Florêncio destacou trabalho inovador que é realizado no CT Brasil (Foto divulgação)

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Por Mateus Machado

Localizado na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro, o CT Brasil conta com profissionais de qualidade no desenvolvimento e preparação de atletas. Um deles é o faixa-preta Fábio Florêncio “Pipoca”, responsável técnico pelo núcleo de competição de Jiu-Jitsu da equipe, que tem em seu plantel diversas feras da arte suave e projeta continuar crescendo.

Ser responsável direto por qualificar os lutadores visando as principais competições da temporada não é um desafio fácil, no entanto, com sua larga experiência no mundo da luta, Fábio vem garantindo um trabalho de excelência. Os atletas dão como “recompensa” boas atuações e títulos conquistados em diversos torneios. Em entrevista à TATAME, Florêncio falou sobre a avaliação do seu trabalho e citou os principais desafios, ressaltando o método inovador no CT Brasil, que realiza trabalho com atletas de diferentes equipes.

“Eu não gosto de me avaliar, isso já é uma coisa minha. Gosto de dar aula, gosto de fazer o meu trabalho, mas eu gosto mesmo é que os atletas me avaliem, eu mesmo não gosto de me avaliar. Eu geralmente pergunto como está indo, o que posso melhorar… Pode ser uma crítica construtiva, e em cima disso eu vou melhorando o que tenho que melhorar. Mas, no momento, eu posso dizer que o trabalho está excelente no CT Brasil. A minha preocupação era sobre as equipes, como é que eles iriam lidar com várias equipes treinando juntas no mesmo tatame, esse era o grande desafio para mim. Mas, graças a Deus, as equipes que entraram para o CT Brasil estão tendo uma aceitação muito boa… Não está existindo bandeira, não existe vaidade. Lá, nós criamos uma equipe dentro de várias equipes, que é o ‘Team CT Brasil’. Então, eu não tive nenhum tipo de problema”, destacou o faixa-preta, que ainda comentou sobre as metas das equipes do CT Brasil.

“Em relação às metas das equipes que estão lá no CT Brasil, a primeira delas é fazer com que seus alunos realizem intercâmbios e treinem com atletas de outras equipes o máximo que puderem. Quanto mais fizerem isso, mais técnicas vão aprender e mais qualidades vão absorver como competidores. Não só querer adquirir um conhecimento, mas adquirir vários conhecimentos, com atletas e professores diferentes, e é isso que está acontecendo lá no CT Brasil. As equipes estão adorando esse trabalho, nós estamos rompendo barreiras e estamos além das expectativas, crescendo muito e acredito que mais equipes chegarão a esse trabalho, que é inovador aqui no Brasil. Poucas equipes fazem isso, e somos uma delas. Uma das principais metas também é ir para competições das principais federações do Rio, do Brasil e também fora do país. Buscar grandes resultados com seus atletas, competidores, é isso que a gente busca lá no CT, seguir crescendo e melhorando”, afirmou.

Com anos de serviços dedicados ao Jiu-Jitsu, Fábio Florêncio passa e também acompanha de perto os principais desafios de um atleta da arte suave que participa de torneios atualmente. Para o responsável técnico pelo núcleo de competição de Jiu-Jitsu do CT Brasil, as dificuldades envolvem questões financeiras e também a ausência de patrocínios para que esses profissionais possam desenvolver melhor suas respectivas qualidades.

“O principal desafio de um competidor atualmente é ele conseguir grana para se inscrever em competições, comprar suplementação, pagar academia, fazer um treinamento funcional, esses são os principais desafios. Aqui no Brasil, temos um material humano muito bom, então o atleta que pensa em ser competidor, ou que já é um competidor, ele precisa ir além disso, e para isso, ele precisa de dinheiro. Lá no CT Brasil, a gente está oferecendo uma preparação física boa, um camp excelente, um treino técnico, então as equipes que são filiadas ao CT Brasil conseguem um bom pacote por um preço bem razoável, porque se ele for fazer isso por fora, fica muito difícil. Então, para mim, a principal questão é a falta de patrocínio. Se o atleta não tiver um patrocínio, fica difícil… As inscrições são caras, as melhores competições no país são caras e o Brasil passa hoje por uma grande crise, então torna isso ainda mais agravante, infelizmente”, concluiu Fábio.

SERVIÇO:

CT Brasil

Endereço: R. São Francisco Xavier, 178 – Tijuca, Rio de Janeiro
Telefone: (21) 3174-2534

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