Em fase final de recuperação, Livinha Souza projeta estreia no Ultimate: ‘Manter a estratégia simples’; confira

Publicado em 04/04/2018 por: Diogo Santarém
Em fase final de recuperação, Livinha Souza projeta estreia no Ultimate: ‘Manter a estratégia simples’; confira Livinha vive grande fase e está ansiosa para fazer sua estreia no UFC (Foto Davel Mandel / Sherdog)

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Contratada recentemente para fazer parte do plantel do UFC, Lívia Renata Souza, mais conhecida como “Livinha” no mundo do MMA, teve seus planos frustrados na organização. A lutadora, natural de Araraquara, São Paulo, iria enfrentar Jessica Aguillar no UFC Austin, que aconteceu no dia 18 de fevereiro, porém, um lesão na mão semanas antes da luta acabou forçando Lívia a deixar o confronto. Questionado sobre o retorno de sua pupila, Vinicius Máximo, treinador da jovem, disse que ainda aguarda algum contato do Ultimate.

“O UFC ainda não deu nenhuma opção de luta pra gente, creio que estão esperando ela ficar 100% para dar novamente uma grande luta como foi ofertado da última vez”, disse.

Livinha soma um cartel invejável no MMA, acumulando 11 vitórias e apenas uma derrota na carreira. Dentre suas maiores conquistas estão os cinturões peso-palha do Costa Combat MMA, XFMMA, Circuito Talent e do Invicta FC, maior organização feminina de MMA do mundo. Praticamente recuperada de sua última lesão, a brasileira já voltou a focar em sua aguardada estreia no UFC, porém, preferiu descartar algum alvo na organização.

“Tem sido boa a recuperação. Sobre o retorno, minha estratégia é simples, fazer o que faço bem, mas não tenho alvos, não posso querer tomar água sem furar o poço”, brincou.

Com seu característico estilo provocador, Livinha lembra os irmãos Diaz, famosos por não terem papas na língua e falarem o que pensam. A lutadora que é da periferia hoje brilha no cenário internacional, e diante desse panorama falou sobre o seu estilo fora do octógono.

“Eles têm o estilo deles (irmãos Diaz), eu nasci na quebrada aqui, já vi muita coisa, passei muita coisa. Represento a 3ª classe que não tem voz no Brasil. No octógono eu vou dar meu máximo, e fora viver minha vida do meu jeito, o único que podia me cobrar era meu pai e ele hoje só vive em memória”, finalizou a jovem lutadora do peso-palha.

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