Feras do Jiu-Jitsu comentam o Campeonato Brasileiro e exaltam nível das disputas; confira

    Fernanda Mazzelli é uma das mais renomadas lutadoras de Jiu-Jitsu em ação no Brasileiro (Foto TATAME)

    Presente em Barueri, São Paulo, onde acontece o Brasileiro de Jiu-Jitsu da CBJJ, a TATAME vem conversando com diversas feras da arte suave, seja as dezenas que estão na plateia ou as centenas em ação no tatame. Ao todo, mais de 7000 atletas marcaram presença na cidade paulista, com o campeonato tendo iniciado no dia primeiro de maio e chegando ao término neste domingo (6), quando rolam as disputas na faixa-preta e finais do absoluto.

    Fernanda Mazzelli, campeã mundial, é uma das faixas-preta que continua atrás do título na sua categoria. No absoluto, o ouro não veio, com a campanha parando na fera Tayane.

    “Gostei muito (da minha luta com a Tayane), apesar de a gente querer sempre ganhar. Tive uma oportunidade ali de quase pegar as costas, mas meu pé escorregou, foi pro lado e eu perdi a posição. Ela é uma campeã mundial, assim como eu, está sempre brigando por títulos. Essa foi a terceira vez que nós lutamos, foi a minha melhor performance, e se Deus quiser vem coisa boa por aí”, contou ela, que seguiu falando do nível do Brasileiro.

    “O nível do Brasileiro fala por si só. São 7.500 atletas, cada ano aumenta, no feminino faixa-preta são só lutas pedreiras, o nível das meninas cada vez melhor, então estamos vendo que os níveis em todas as categorias estão altíssimos. A gente até brinca que em algumas categorias está mais difícil que o Mundial, porque muitos brasileiros não conseguem viajar para fora, não tem condições, então focam aqui. Isso só mostra que o Jiu-Jitsu brasileiro está muito bem representando”, analisou a multicampeã na arte suave.

    Talita Treta abriu mão do Brasileiro para focar na sua disputa do cinturão do Bellator (Foto TATAME)

    Focada no Bellator, quando enfrenta a campeã Julia Budd no dia 13 de julho, Talita Treta abriu mão de competir Jiu-Jitsu neste período para focar no camp. No entanto, presente em Barueri, a faixa-preta disse que ficou com aquela “vontade” de colocar o quimono.

    “Eu queria muito lutar (risos). As vezes não dá, tenho que focar no que são as minhas prioridades, o MMA, mas fico com muita vontade de lutar sim. Porém, logo depois do meu duelo no Bellator (pelo cinturão) eu vou lutar no Mundial Master e no Las Vegas Open”.

    Já o experiente Eduardo Conceição, conhecido como Jamelão, ex-representante da Checkmat, saiu do Espírito Santo para competir no Brasileiro e conquistou a medalha de bronze na classe master: “Eu gostei do meu resultado. Vim lutar um campeonato onde viajei 14h de ônibus, estou a 4kg abaixo da minha categoria, mas mesmo assim, só perdi ali no final, fiquei em terceiro. Pra mim foi um bom resultado. Só em estar lutando um grande campeonato como este eu já me sinto um vencedor”, disse o veterano faixa-preta.

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    1 COMENTÁRIO

    1. E a premiação?????Todos estes atletas competindo, fica a pergunta é a premiação… Existe nas redes sociais reclamações dos prêmios, vc não divulgam rssssss

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