Borrachinha garante ter ‘moral’ no UFC e analisa Uriah Hall: ‘Eu sou mais perigoso’

    Paulo Borrachinha comentou como está sua preparação para a luta com Hall, em julho (Foto Getty Images / UFC)

    Por Mateus Machado e Yago Rédua

    Uma das maiores promessas do Brasil no Ultimate, Paulo Borrachinha vai entrar em ação no UFC 226, que será realizado no dia 7 de julho, em Las Vegas (EUA), na International Fight Week. O brasileiro vai encarar Uriah Hall, em confronto válido pela divisão dos médios. Em entrevista coletiva durante o UFC 224, realizado no último sábado (12), no Rio de Janeiro, o lutador mineiro comentou que está com “moral” com a organização.

    “Na verdade, eu, particularmente, pedi essa luta (com o Hall). Eu falei com UFC para casar essa luta, porque acho que vai ser interessante para os fãs. O público gosta de ver esse tipo de confronto, dois strikers, dois caras que buscam a luta, que são perigosos em cima. Eu pedi essa luta visando um espetáculo. Vai ser difícil um dos dois querer levar a luta para o chão. Eu acho que sim (estou com moral com UFC, ao ter pedido atendido). Acho que quando você mostra bons resultados, tem um bom desempenho, eles (UFC) vão dando mais atenção para essas pessoas. Vemos muita gente enrolando na luta, tipo não buscam acabar com a luta, ficando enrolando para ganharem nos pontos. Isso não é interessante para o UFC e nem para o público. O lutador que é diferente disso, que busca a luta, ele tem mais ouvidos dentro do UFC, isso com certeza”, apontou a revelação Borrachinha.

    Sobre “Primetime”, que aparece na décima posição no ranking dos médios, o brasileiro alertou para o chute rodado do oponente, que já nocauteou alguns nomes da categoria. No entanto, Borrachinha apontou que tem mais “recursos” para vencer e ainda deu detalhes dos treinadores que vão participar do seu camp para este confronto contra Hall.

    “Ele (Uriah Hall) é um cara perigoso, é striker, mas eu tenho mais qualidades do que ele em pé. Apesar dele ter um chute rodado muito bom, eu tenho mais potência. Quando eu encurtar a distância, sou mais perigoso. O meu irmão sempre está comigo, meu treinador de Jiu-Jitsu, o Carlos Borracha, está vindo o professor Ulisses, lá do Pará, que é de Boxe, ex-treinador do Popó. Além do Rangel Farias, lá de Santa Catarina, que é de Muay Thai. Sim (olho roxo, reflexo da ida para Natal). Treinei lá, os caras são bem duros”, encerrou.

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