Por Mateus Machado 

Contando com uma boa estrutura e profissionais de alta qualidade, o CT Brasil, localizado na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro, realiza um trabalho diferenciado e inovador com seus atletas. Além de um método eficaz na preparação e desenvolvimento dos atletas, a equipe também traz o treinamento com lutadores de diferentes equipes, o que estimula o intercâmbio e a possibilidade de ampliar os conhecimentos junto com outros profissionais.

Com o trabalho feito diariamente em prol da evolução dos atletas, os bons resultados vêm aparecendo constantemente. Prova disso foram as medalhas conquistadas no Rio Open e também no início do Campeonato Brasileiro, que será realizado até o próximo domingo (6). Responsável técnico pelo núcleo de competição de Jiu-Jitsu do CT Brasil, o professor Fábio Florêncio “Pipoca”, em entrevista à TATAME, comemorou a boa atuação nos recentes torneios, ressaltando a evolução do trabalho no núcleo e que ainda vem mais pela frente.

“Essas vitórias nos últimos campeonatos me deixam feliz e orgulhoso com todos os atletas que estão participando desse projeto no CT Brasil. Muitos deles nunca tiveram uma preparação física boa ou um intercâmbio com atletas competidores de outras equipes, e lá no CT Brasil eles estão tendo a oportunidade de receber isso, então a evolução deles está sendo notória. Eles mesmos falam que estão evoluindo muito, na própria academia deles já tem amigos perguntando como funciona esse trabalho no CT Brasil. Está sendo muito bom para eles e muito bom para a gente também. É uma vitória para a gente também ver que esses meninos estão indo lá e ver que estão se dedicando, trabalhando, treinando duro, e agora estão chegando nos campeonatos e trazendo títulos, subindo no pódio. A gente quer ver a evolução deles, subir no pódio é uma consequência, é com o tempo que o atleta vai conseguir isso. Formamos uma família, é uma união total, sem vaidade nenhuma. Nem parece que são atletas de várias equipes… Parece que é uma equipe só em prol da melhoria de todos”, comentou Fábio, destacando os bons resultados de Rian de Paula, Uanderson Ferreira, Joacy Mendes, Tiago Castro e Agatha, entre outros competidores.

Preparador físico do CT Brasil, Marcello Frauches também detalhou a “luta” diária em busca da perfeição e de bons resultados no núcleo. O profissional aproveitou para ressaltar os resultados em competições importantes no circuito esportivo e destacou o retrospecto.

“Estamos focando desde o início dessa temporada nas melhores competições do calendário nacional, que tem uma ótima relevância mundo afora, pois vemos atletas do mundo inteiro participando dessas competições, elevando cada vez mais o nível dos atletas. Estou falando de torneios como o Circuito Mineirinho, Rio Fall Open e Brasileiro. Desde o início dessa temporada, colocamos aproximadamente 15 atletas, sendo dez homens e cinco meninas, e fazendo um balanço até o momento, estamos muito satisfeitos, mas sabendo que podemos melhorar ainda mais. Dois terços desse núcleo são medalhas de ouro, sendo um terço campeões e donos de suas categorias, mantendo seus títulos invictos. Outra parte compõe os atletas que ficam divididos entre segundo e terceiro lugar, uma vez ou outra ainda sendo campeões”, disse Marcello, que complementou sobre o trabalho realizado.

“O que eu tenho a dizer sobre o ponto principal para nosso crescimento é o entrosamento entre nossa equipe, passando da limpeza até a administração, mas destacando o Mestre Fábio Florêncio, responsável pela parte técnica, porque não podemos esquecer que muitos dos nossos atletas pertencem às suas respectivas bandeiras e procuraram nossa expertise para elevar ainda mais seus níveis técnico e físico. Tivemos que tomar muito cuidado na relação entre preparador físico, técnico e, às vezes, até o mestre do atleta entra nessa relação também. Se ambos não falarem a mesma língua, ficará aquela competição entre os técnicos, para ver ‘qual puxará mais o gás do atleta’, causando uma guerra de ego. Isso causará danos ao atleta, devido a uma sobrecarga. Sendo assim, os atletas tiveram a possibilidade de melhorar sua qualidade técnica, render melhor em seus treinos diários específicos e, por último, não menos importante, controlar e previnir lesões. Os resultados estão aí, núcleo completo de campeões na sua maioria e que tem um potencial maior”.

Atleta da Game Fight, Rian de Paula também realiza treinamento no CT Brasil e vem de expressivos resultados. O jovem faixa-azul, de 17 anos, levou o ouro no Rio Open, Troféu Brasil da FJJD-Rio e, mais recentemente, no Brasileiro da CBJJ, onde se tornou tricampeão. O lutador salientou a evolução em sua preparação física e em outros aspectos trabalhados no CT para atingir a ótima fase vivida atualmente.

Rian de Paula, faixa-azul de 17 anos, vem de resultados expressivos no Rio Open e no Brasileiro (Foto divulgação)

“Desde quando venho fazendo esse trabalho no CT Brasil, com a preparação física, entre outros trabalhos que são feitos lá, me sinto um pouco mais confortável e acomodado em minha categoria. Minha categoria é uma das mais difíceis e mais cheias que tem no juvenil, e graças a minha preparação que está sendo feita através do CT Brasil, me sinto bem fisicamente para estar disputando essa divisão de alto nível. Quanto aos eventos Rio Open e Brasileiro da CBJJ, digo por mim que foram os eventos mais difíceis que tive desde o fim do ano para cá. Desde a primeira luta até a final, foram lutas duríssimas, tanto no Rio Open (com e sem quimono), quanto no Brasileiro, semana passada. Mas graças a muito treino e muita preparação, consegui me sobressair na categoria e ser campeão no Rio Open, fazendo no total de 10 lutas, finalizando 4 lutas (com quimono), 2 (sem quimono) e no Brasileiro fazendo 6 lutas e finalizando 3”, analisou Rian.

Uanderson Ferreira, também faixa-azul, é outro que vive um momento especial em sua promissora carreira na arte suave. A fera da Game Fight levou o ouro duplo no Rio Open e garantiu a medalha dourada na disputa do absoluto no Brasileiro da CBJJ.

“Nossa preparação para o Brasileiro da CBJJ foi muito pegada. Foi uma semana longa e dura… O professor Marcello Frauches e o Mestre Fábio Florêncio pegaram muito no nosso pé durante essa semana do Brasileiro. Sobre a minha conquista, eu não estou nem acreditando que fui campeão absoluto no Brasileiro, a ficha ainda não caiu, realmente. Estou muito feliz, graças a Deus, aos meus pais, ao CT Brasil e minha equipe, Game Fight. Esse título é nosso”, celebrou Uanderson.

Uanderson Ferreira, assim como Rian, vem embalado e levou o ouro no absoluto do Brasileiro (Foto divulgação)

O faixa-preta André Machado, líder de sua equipe, André Machado Jiu-Jitsu, também vem com seu time obtendo resultados expressivos nas últimas competições. O atleta reforçou que a parceria feita com o CT Brasil foi determinante para a evolução dos seus atletas, incluindo sua filha, Sofia, de apenas 8 anos, que foi vice-campeã em sua categoria no Brasileiro, além de Fábio Jerônimo, Ronaldo Peixoto, Sérgio Renato e Raphael Rocky, que também vêm embalados por ótimos resultados.

“No Rio Challenge, nossos atletas já tiveram um bom desempenho e saímos de lá com quatro medalhas de ouro, todos os nossos atletas fizeram lutas e eu pude perceber uma diferença, porque foi a única competição que tivemos atletas que treinam no CT Brasil e atletas que não treinam no CT Brasil, e o desempenho dos atletas que treinam no CT, de fato, foi mais satisfatório, pelo fato de que estamos realmente tendo contato, além da preparação física, que nos habilita a fazer movimentos até um pouco mais complexos, como a parte técnica, interação com outros faixas-pretas, professores, tem feito muita diferença na qualidade técnica do nosso treino e consequentemente das competições. O Rio Open foi uma competição com um nível muito alto, tivemos lutas duras, mas mesmo assim nós conseguimos lutar no absoluto, fomos para a semifinal, final, então o desempenho foi muito satisfatório, nos sentimos muito mais à vontade em comparação às competições do ano passado”, reforçou André, que ainda citou a parceria com o CT Brasil.

André Machado com seus atletas, que também realizam treinamento no CT Brasil e levaram medalha (Foto divulgação)

“Estamos competindo há quatro anos e este ano tem sido o melhor, em todos os sentidos. E qual foi a contribuição do CT Brasil? Primeiro, na parte técnica, a parte física, e mais importante de tudo, a parte de planejamento… Porque são pessoas que vivem o Jiu-Jitsu por um outro foco, pelo lado mais comercial, esportivo, então vem sendo de extrema importância a nossa parceria com o CT Brasil. No Brasileiro, por enquanto, apenas a Sofia lutou, que também é atleta do CT Brasil, é mirim 3, tem apenas 8 anos. Ela foi vice-campeã brasileira em São Paulo, fez uma luta muito dura, mas ela realmente estava muito cansada, porque teve que perder peso, e eu como pai e treinador, foi um dilema ver a minha filha competindo e sabendo que ela estava cansada, porque viajamos a noite toda, chegamos 6 da manhã e ficamos das 8h até às 11h10, 10 minutos antes da luta, correndo e fazendo abdominal para ela perder o peso. Então, foi um resultado muito satisfatório. No geral, já participamos de quatro competições esse ano e a diferença técnica é enorme em relação aos últimos anos”, concluiu.

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SERVIÇO:

CT Brasil: R. São Francisco Xavier, 178 – Tijuca, Rio de Janeiro
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