Coluna da Arte Suave: o Jiu-Jitsu como filosofia de vida para o atleta; confira o artigo e opine

    Em seu novo artigo, Luiz Dias fala do Jiu-Jitsu como filosofia de vida ao atleta (Foto divulgação)

    Por Luiz Dias

    Sim, eu tenho o Jiu-Jitsu como um estilo de vida, e percebo o Jiu-Jitsu como um excelente caminho, estilo de vida, esporte, como queiram definir, para pessoas de qualquer idade, e como ele te fortalece para qualquer outro esporte, à medida que o praticante entende e pratica os fundamentos da nossa arte suave, naturalmente, ele vai aprimorando o seu rendimento físico e levando para a sua vida pessoal fora dos tatames, porque é perceptível como acarreta uma melhora da sua qualidade de vida, dentro e fora dos tatames.

    Cuidado com a alimentação, manter o peso para poder competir e até mesmo para todas as atividades físicas, que refletem em um bem estar em sua vida. Evitar excessos, em todos os sentidos, para poder treinar ou praticar qualquer atividade física, bem como lutador, visando sua evolução nos campeonatos. Até mesmo na rotina da vida pessoal, ao dormir mais cedo por conta de treinos e campeonatos. O foco na preparação física, em manter o aeróbico em dia, a evolução é constante e o atleta não pode parar.

    Também entendo que o Jiu-Jitsu reflete no seu psicológico à medida que você precisa ter a mente em alerta e tranquila para poder raciocinar com clareza durante as lutas e sair de situações difíceis de combates. Você acaba levando essa mente mais calma e analítica para situações do cotidiano, no âmbito pessoal e profissional, o que te ajuda de modo geral.

    Na semana passada, estive em Portugal para um evento reunindo lutadores e surfistas, pois o Jiu-Jitsu permite um grande network. Através dele, fazemos amizades que nos permitem grandes momentos. O shaper local, Nuno Mesquita, que começou a treinar em um dos meus seminários, me levou para explorar as excelentes ondas do litoral português. Quem treina, sabe que o Jiu-Jitsu proporciona lições de humildade e superação a todos.

    Caímos em várias praias, até que chegamos em Nazaré. Quem surfa, sabe do impacto que esse nome proporciona, um pico com ondas imensas em um mar gelado. Para a minha sorte, não tinha essas ondas enormes, mas mesmo assim, é um mar que requer atenção, preparo físico e mental. E mais uma vez o Jiu-Jitsu me ajudou, porque cair nesse mar não é fácil. Ao olhar, o meu pensamento principal foi ter a confiança no preparo físico e mental que o Jiu-Jitsu me proporciona. E ao tomar meus caldos, a sensação era próxima às lutas.

    O equilíbrio mental que o Jiu-Jitsu vai te dando se reflete ao estar debaixo da água, na pressão dessas ondas, a superação ao vencermos nossos medos. Ali, na praia, venci um medo e no fim da sessão, a satisfação de ter vencido esse medo de surfar em Nazaré só aconteceu por ter o Jiu-Jitsu na minha mente. É como entrar em campeonatos, buscarmos treinar e vencer sempre nossos medos, nossas limitações, levando para a arte suave. Se considerarmos os treinos duros, acabam por puxar nossos limites de uma forma geral.

    Como sempre digo, não conheço ninguém que gosta de perder, seja para um oponente em um campeonato ou em uma situação da vida. Eu entendo que o Jiu-Jitsu é um grande caminho para fortalecer a mente e o corpo, então trabalhe para continuar evoluindo.

    Para mais informações, veja https://www.instagram.com/luizdiasbjj/ ou entre em contato pelo e-mail geracao.artesuave@yahoo.com.br. Também conheça o http://www.geracaoartesuave.com.br/. Boa semana, bons treinos e até a próxima!

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