Relatório da policia indicia Nick Diaz por ‘agressão física primária’; saiba mais

    Nick Diaz recebeu notificação da USADA por
    Nick Diaz vai enfrentar o tribunal de Las Vegas no próximo dia 24 (Foto Getty Images)

    No fim do mês de maio, no último dia 24, Nick Diaz, atleta do Ultimate, foi preso por “grave” violência doméstica. O lutador pagou a fiança estipulada em US$ 18 mil, mas vai voltar ao tribunal no próximo dia 24, em Las Vegas (EUA). A polícia local divulgou um relatório com depoimentos da vítima e de uma testemunha sobre o caso.

    A polícia informou que, ao chegar ao local, a vítima estava “visivelmente debilitada por conta da dor” e “não conseguia andar”. A mulher revelou a polícia que o lutador se tornou violento nos dias que antecederam a prisão, por conta do uso de cocaína. Um dia antes de ser preso, Nick teria agredido a namorada e causado hematomas na coxa.

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    Uma outra testemunha – que teve o nome preservado – contou que conheceu Diaz e a namorada na noite anterior, no Clube Las Vegas Omnia. No local, os dois tiveram uma forte discussão e a vítima chegou a empurrar Nick. Segundo o relatório da polícia, divulgado em primeira mão pelo MMA Junkie, o lutador do UFC foi indiciado por “agressão física primária” por não estar ferido e proporcionar ferimentos “graves” a então companheira.

    A vítima ainda contou que, durante a discussão, chegou a jogar um copo de água no rosto de Nick, que teria se irritado ainda mais. O lutador então teria puxado o cabelo da mulher e arremessado a cabeça dela contra o solo. Ao tentar fugir, a vítima foi atacada novamente e sofrido ferimentos no quadril após choque com a piscina. Contudo, no hospital, ela mudou um pouco a versão e afirmou que chegou a ser sufocada por cerca de 30 segundos. Ao tentar escapar, Nick Diaz a arremessou em direção a piscina. A equipe médica não conseguiu definir se o problema no quadril tem relação ou não com a suposta agressão.

    No dia da prisão, a imprensa revelou que Diaz teria agido de forma agressiva com um policial. No entanto, segundo o relatório, o lutador apresentou estado de “nervosismo” e “ameaçador”, porém não tomou nenhuma atitude contra os policiais.

    O UFC ainda não se manifestou publicamente sobre o caso e afirmou que vai criar uma linha de investigação independente. Nick Diaz segue sob contrato com a organização e não luta desde o UFC 183, em 2015, quando encarou Anderson Silva.

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