Embalado após títulos recentes, Horlando Monteiro explica boa fase: ‘Sem medo de errar e perder’

    Horlando Monteiro foi mais uma vez campeão, agora no Orlando Open da IBJJF (Foto Vitor Freitas)

    Horlando Monteiro, de apenas 23 anos, vive grande fase no Jiu-Jitsu. Após conquistar quatro ouros no American National, o faixa-preta da Kimura/GD Jiu-Jitsu capturou duas medalhas de ouro no Orlando Open, há pouco mais de uma semana, em Miami, nos EUA.

    Primeiro, Horlando dominou a categoria dos pesados, ao vencer Diego Gamonal (BTT) na final. Embalado com o ouro em sua divisão de peso, ele foi o grande destaque também no absoluto, categoria aberta para todos os pesos. Na decisão, encontrou Rafael Vasconcelos (Atos), campeão no superpesado, e a vitória veio com um justo estrangulamento cruzado, posição que gosta de usar nos treinos no quartel general da academia Gustavo Dantas.

    “A finalização que apliquei na final do absoluto é uma posição que faço bastante na academia, mas nunca tinha feito em competição. Então, quando eu encaixei a posição, acreditei que iria pegar. Meu adversário fez a raspagem, mas meu golpe estava encaixado. Mantive as pegadas fortes e acreditei no estrangulamento. Minha ousadia e minha agressividade foram essenciais nesse torneio. Foi um campeonato que joguei para frente o tempo todo, sem medo de errar e buscando a finalização. O mais importante: sem medo de errar e perder. O medo é uma ilusão na luta, com certeza”, explicou o jovem Horlando.

    Assíduo competidor, Horlando também é um estudioso do Jiu-Jitsu. Antes de lutar o Orlando Open da IBJJF, o atleta ficou duas semanas na academia de Roberto Cyborg e dos irmãos Schlosser, nos Estados Unidos, para afiar ainda mais o seu jogo visando o torneio.

    “Eu faço minha preparação na GDJJ, no Arizona (EUA), celeiro de treino duro. Mas tive a oportunidade de ir a Miami para treinar com o Cyborg duas semanas antes da competição. Lá treinei na Fight Sports e na Schlosser BJJ, com o Vitor e o Eric Schlosser. Para mim, os treinos foram produtivos e duros. Treinei com pessoas que nunca havia treinado antes, com jogos e estilos diferentes. Foi bom para estudar mais e chegar preparado na hora”.

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