Buchecha revela ‘surpresa’ com bom desempenho dos estrangeiros no último Mundial: ‘Nível aumentando’

    Norte-americano Michael Musumeci se tornou bicampeão mundial, e de forma consecutiva (Foto IBJJF)

    Por Diogo Santarém

    O último Mundial de Jiu-Jitsu da IBJJF ficou marcado pelos bons resultados dos lutadores estrangeiros, afinal, historicamente os brasileiros sempre dominam o campeonato. Em 2018, além dos vários títulos nas faixas coloridas, na faixa-preta, os “gringos” levaram três medalhas de ouro, com Mikey Musumeci, Shane Hill-Taylor e a japonesa Rikako Yuasa.

    O trio ainda teve a companhia de Tommy Langaker, vice-campeão no peso-médio, e de outras lutadoras estrangeiras. Em entrevista à TATAME, Marcus Buchecha, agora 11 vezes campeão mundial e recordista, falou sobre a evolução dos outros países no esporte.

    “Acompanhei bastante os estrangeiros, principalmente na faixa-preta, tiveram resultados bons. Foi o Mundial que eu mais fiquei surpreso com os resultados dos estrangeiros. O Tommy (Langaker) foi muito bem na final do peso-médio, fez uma campanha ótima; o Michael Musumeci conquistou seu segundo título, então eles estão chegando bem. Logo logo vai virar algo normal um faixa-preta estrangeiro campeão mundial”, opinou a fera da Checkmat, que também espera uma nova geração de faixas-preta faminta por títulos.

    “Com certeza o nível do campeonato está aumentando ano após ano. A galera mais nova chega com muita vontade então isso é algo que conta muito no Jiu-Jitsu”, encerrou Marcus.

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