Rayron Gracie destaca importância do Jiu-Jitsu na sua vida: ‘A família que proporciona é única, leal e unida’

    Rayron Gracie foi campeão na divisão e vice no absoluto do último Pan No-Gi, realizado pela IBJJF (Foto reprodução)

    Por Yago Rédua

    Filho de Ryan Gracie, um dos personagens mais icônicos da “família real do Jiu-Jitsu”, Rayron Gracie mora Nova York, nos Estados Unidos, e treina com o seu tio Renzo Gracie. Em um bate-papo com a TATAME, o faixa-azul deu uma dica para quem pensa em entrar na arte suave e explicou como o Jiu-Jitsu é importante na sua vida de várias formas.

    “O Jiu-Jitsu é um esporte incrível. Se você se dedicar e se apaixonar pela arte vai aprender muito além de apenas técnicas, vai aprender ensinamentos de vida. A família que o Jiu-Jitsu proporciona é única, leal e unida. Tenho certeza que os seus melhores momentos terão origem no tatame, como são os meus. Tenho apenas uma dica, não somente para quem acabou de ser graduado (faixa-azul), mas para todos aqueles que nunca pisaram em um tatame… A escolha é sua. Aja enquanto tem tempo, pois tempo é a única coisa que nós realmente temos. Não desperdice-o”, disse o jovem membro da família Gracie.

    Ainda com idade para competir de juvenil, 16 anos, Rayron tem lutado – e conquistado títulos – na categoria adulto. O lutador explicou como isso tem funcionado: “Mesmo sendo juvenil, tenho competido em campeonatos como adulto. Vejo que isso só pode me trazer benefícios quando chegar na categoria adulto. Eu estarei mais preparado para os desafios”.

     

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    Vivendo no exterior, Rayron, campeão na sua divisão do Pan No-Gi e vice no absoluto, fez uma análise sobre o crescimento do Jiu-Jitsu fora do Brasil, principalmente nos EUA.

    “O ano de 2018 vem sendo muito importante para a evolução do Jiu-Jitsu no exterior. Tenho competido bastante e pude presenciar diversos estrangeiros vencendo em campeonatos da IBJJF. Acho isso muito importante e nos mostra que o Jiu-Jitsu não atingiu o seu potencial completo, tenho certeza que a nossa nação tem muito pela frente. Desde que eu me mudei para Nova York (EUA) tenho visto que a quantidade de americanos que estão competindo tem aumentado bastante, e isso só tende a aumentar”, finalizou ele.

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