Primeiro colocado nos rankings Gi e No-Gi da IBJJF, Lucas Hulk exalta boa fase: ‘Consequência do trabalho duro’

    Lucas Hulk vive o melhor momento de sua carreira no Jiu-Jitsu (Foto Vitor Freitas)

    Por Mateus Machado

    Campeão mundial em 2018 na divisão meio-pesado, além de outras grandes conquistas ao longo da temporada, o faixa-preta Lucas Hulk está vivendo a sua melhor fase dentro do Jiu-Jitsu. Hoje renomado competidor, a fera da Atos tem viajado o mundo para lutar e ensinar as técnicas da arte suave.

    Aos 26 anos, o atleta, em tom emocionado, relatou, em entrevista exclusiva à TATAME, sobre a sensação de dever cumprido na sua carreira de atleta profissional.

    “O Jiu-Jitsu está me levando a vários lugares. Graças a Deus, o título mundial abriu várias portas para mim. Estou com mais visibilidade e isso quer dizer que o trabalho duro está dando certo. É a consequência do trabalho duro”, revelou Lucas.

    Primeiro colocado no ranking mundial da IBJJF na faixa-preta, com e sem quimono, o aluno do multicampeão André Galvão comentou a sensação de ser o número 1 do esporte atualmente.

    “Estou muito feliz com isso e podem ter certeza que vou continuar trabalhando forte. Quero repetir o ‘Grand Slam’ novamente em 2019, ganhando Europeu, Pan-Americano, Brasileiro e Mundial. Ainda quero fechar meu Grand Slam de 2018 conquistando o título mundial sem quimono, no peso e no absoluto. Na verdade, vou defender meu título na categoria e absoluto. O diferencial para ser campeão no Jiu-Jitsu é acreditar que você pode, pois ninguém é imbatível. O treino é sempre importante. Você também deve acreditar em seu potencial. Quando você junta isso, tudo flui”, aconselhou o faixa-preta, que também citou a importância de ter vencido o Mundial e fez elogios aos seus adversários.

    “Quando venci o Mundial, tudo melhorou. É consequência do trabalho duro. Eu trabalho para fazer acontecer. Sobre os meus adversários, não tem um que seja mais difícil de enfrentar, todos são oponentes bons, todos são duros e sempre proporcionam ótimas lutas. Faixa-preta é isso”, encerrou.

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