Ex-Corinthians, Marcelo Golm fala sobre treinos na ATT: ‘Sabia que precisava melhorar meu Wrestling’

Publicado em 26/10/2018 por: Gabriel gabriel
Ex-Corinthians, Marcelo Golm fala sobre treinos na ATT: ‘Sabia que precisava melhorar meu Wrestling’ Marcelo Golm fez treinos na American Top Team antes de enfrentar Arjan Bhullar (Foto Josh Hedges / Zuffa LLC)

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Por Gabriel Carvalho

Com apenas 26 anos, o peso-pesado brasileiro Marcelo Golm retorna ao octógono neste sábado (27), no UFC Fight Night 138 – que acontece em Moncton, no Canadá -, para enfrentar o indiano-canadense Arjan Bhullar em seu terceiro combate pela organização.

Este será o primeiro duelo de Golm no UFC desde a sua derrota para Timothy Johnson, em fevereiro, quando sofreu também o seu primeiro revés no MMA. Em entrevista à TATAME, o brasileiro, ex-lutador do Corinthians, revelou que vem fazendo treinos pela aclamada academia American Top Team, nos Estados Unidos, a fim de evoluir aspectos do seu jogo.

“Há mais ou menos seis meses, me mudei para a American Top Team e estou treinando lá agora. A equipe tem um nível excelente de wrestlers, treinei com caras que já até lutaram contra o Arjan. Tive uma preparação ótima, um bom nível de wrestlers pra treinar, e eu sei que ele é um ótimo wrestler, olímpico inclusive, mas treinei com caras bons e estou pronto para essa luta contra ele”, disse o lutador paulista, dono de seis vitórias como profissional.

Confira o restante da entrevista com Marcelo Golm:

– Diferenças entre os treinos no Brasil e na ATT

Acho que o principal é o material humano que você tem. Na American Top Team tem nove pesos-pesados no tatame, isso é difícil de encontrar. E são caras bons, cinco ou seis do UFC, caras de outros eventos também. Então, treinar na American Top Team é bom por causa dessa rotatividade de atletas, você consegue treinar com todos os estilos. Tem cara mais forte, cara mais baixo, uns que gostam de Wrestling, outros do Muay Thai, de tudo.

– Aprendizados após primeira derrota no MMA

Lógico que fiquei triste porque ninguém gosta de perder, mas isso acelerou minha ida para a American Top Team. Eu sabia que precisava melhorar meu Wrestling. Não fui quedado pelo Tim Johnson, mas fui amarrado, ele me colocou na grade, fez um jogo chato, e eu sabia que precisava treinar Wrestling. Então fui pra lá, tentei adicionar isso ao meu jogo.

– Benefícios dessa temporada fora do Brasil

Com certeza (sobre melhorar o jogo como maior benefício). Fiquei seis meses treinando na ATT para melhorar o que faltava, óbvio que tenho muito o que melhorar ainda, mas esse tempo fora foi bom para aperfeiçoar o que estava precisando visando as próximas lutas.

– Pontos necessários para ser campeão do UFC

Eu acho que tem que ser um cara completo, ter uma boa trocação, bom jogo de queda, bom jogo de defesa, bom Jiu-Jitsu, que é algo na categoria difícil de encontrar. Acho que tem que ser um cara completo, confiante, é o que tem que fazer pra chegar no cinturão.

– Palpite para o combate com o Arjan Bhullar

Eu pretendo manter a luta em pé. Claro que luta é luta e não tem como prever o que vai acontecer, mas vou tentar manter a luta em pé e buscar o nocaute. Esse é o meu palpite.

CARD COMPLETO:

UFC Fight Night 138
Moncton, em New Brunswick (CAN)
Sábado, 27 de outubro de 2018

Card principal
Peso-meio-pesado: Volkan Oezdemir x Anthony Smith
Peso-pena: Artem Lobov x Michael Johnson
Peso-meio-pesado: Misha Cirkunov x Patrick Cummins
Peso-galo: Jonathan Martinez x Andre Soukamthath
Peso-meio-pesado: Gian Villante x Ed Herman
Peso-meio-médio: Alex Garcia x Court McGee

Card preliminar
Peso-meio-médio: Nordine Taleb x Sean Strickland
Peso-leve: Thibault Gouti x Nasrat Haqparast
Peso-pena: Calvin Kattar x Chris Fishgold
Peso-galo: Sarah Moras x Talita Bernardo
Peso-leve: Te Edwards x Don Madge
Peso-pesado: Arjan Bhullar x Marcelo Golm
Peso-leve: Stevie Ray x Jessin Ayari

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