Joanna Jedrzejczyk cita frustração por luta cancelada: ‘O contrato foi ignorado’

Publicado em 04/10/2018 por: Gabriel gabriel
Joanna Jedrzejczyk cita frustração por luta cancelada: ‘O contrato foi ignorado’ Joanna Jedrzejczyk expôs sua insatisfação com o UFC após cancelamento (Foto Jeff Bottari / Zuffa LLC)

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Ex-campeã peso-palha do UFC, Joanna Jedrzejczyk se pronunciou pela primeira vez após o cancelamento da sua luta contra Valentina Shevchenko, no UFC 231, marcado para o dia 8 de dezembro, que valeria o cinturão dos moscas da organização. Shevchenko agora enfrentará Sijara Eubanks pelo main event do UFC 230, que acontece em 3 de novembro.

Em publicação no seu Instagram, Joanna declarou que ficou sabendo do cancelamento do combate pela imprensa, dizendo ainda que ficou “chocada” com a decisão tomada pelo UFC, que não cumpriu o contrato assinado pela lutadora, mas que “entende” a situação.

Confira a declaração de Joanna Jedrzejczyk na íntegra:

“Eu desistindo da luta? Nunca. Eis a verdade: ontem, fui informada que a luta foi cancelada. Infelizmente, recebi esta notícia de jornalistas. Fiquei chocada, brava e triste. O contrato assinado para o dia 8 de dezembro foi ignorado. Tentaram fazer eu aceitar a luta em novembro, me tirando a chance de preparar adequadamente para a luta. Valentina é uma lutadora desafiadora, e meu objetivo é me preparar o melhor possível para esta luta e virar a campeã dos moscas do UFC. Eu trato todas as lutas e adversárias com respeito. Eu poderia lutar em Nova York (EUA) se estivesse interessada no dinheiro. Por respeito a outros lutadores e a mim, rejeitei a proposta feita pelo UFC para mudar a data da luta, e meu principal objetivo é estar na minha melhor forma durante a luta, e para conseguir isso, preciso fazer meu trabalho do começo ao fim.

Por 15 anos, estive focada apenas em desenvolvimento, espírito esportivo no mais alto nível e alcançar meus sonhos. É claro, artes marciais são o meu trabalho, mas além disso, são minha paixão, hobby, preenchem minha vida e correm no meu sangue. Como profissional e uma pessoa que trata a vida e as obrigações de trabalho seriamente, me sinto ressentida por conta do acordo da luta. Meus sentimentos são intensificados quando penso nas obrigações que precisei me retirar, como se tivessem acontecido no meu camp. Eu sempre planejo tudo de forma longa antes do anúncio de luta. Assim que eu assino o contrato, não tem nada mais importante do que a preparação.

Sempre tento me colocar na situação de outra pessoa, seja na vida ou nos negócios. Entendo a decisão que o UFC fez para salvar o evento em Nova York (EUA). Tudo acontece por um motivo. Cedo ou tarde, me tornarei campeã em duas divisões de peso”. 

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