Novamente campeão, Moraes analisa vitória e destaca crescimento do ONE: ‘A marca está valorizada’

    Adriano Moraes voltou a faturar o cinturão peso-mosca do ONE Championship (Foto: Divulgação)

    Ovacionado pela torcida presente em Manila, nas Filipinas, Adriano Moraes recuperou o cinturão peso-mosca ao dominar Geje Eustaquio na trilogia e, mais uma vez, fincou a bandeira do Jiu-Jitsu, arte desenvolvida pela família Gracie, no palco do ONE Championship.

    Adriano, lapidado na American Top Team, na Flórida, foi declarado campeão após dominar cinco assaltos de forma unânime pelos jurados. Durante o combate, Moraes chegou bem perto de finalizar Geje com um leglock, quando ainda atacava as costas do adversário.

    “A luta foi sendo desenvolvida muito bem, eu o mantive acuado o tempo, até que, no quarto round, eu encaixei uma chave de joelho nele muito forte e ele deixou machucar o joelho dele para não bater. Mas ele foi muito guerreiro e não bateu. Eu acredito que fiz tudo certo, usei meu Jiu-Jitsu nele ali, mas infelizmente ele não bateu”, analisou Moraes, que agora acumula 18 vitórias e apenas três derrotas na carreira.

    Adriano também aproveitou para falar da importância do Jiu-Jitsu na sua carreira e no MMA.

    “O Jiu-Jitsu é muito importante para os atletas de MMA, não que seja o pilar mais importante, mas acredito que sem o Jiu-Jitsu fica muito difícil ter uma carreira sólida. O Jiu-Jitsu, sem dúvidas, é uma das artes marciais que mais se desenvolve no MMA e, com certeza, o atleta que tem o Jiu-Jitsu forte sabe usar no MMA e vai longe”.

    No plantel do ONE Championship desde 2013, o brasileiro acompanha de perto a evolução da organização. A seguir, o faixa-preta comenta a chegada de ex-lutadores do UFC como, por exemplo, Demetrious Johnson e Eddie Alvarez, que já foram campeões na maior organização de MMA do mundo.

    “Eu trabalho aqui há bastante tempo e estou vendo o crescimento bem de perto. É uma organização que preza pelos verdadeiros valores das artes marciais. Aqui todo atleta é valorizado e existe um monte de lutador que quer migrar para o ONE. Quem sabe a gente não vê uma edição nos Estados Unidos ou no Brasil. A marca ONE está mais valorizada e cada vez mais as lutas estão mais competitivas”, encerrou.

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