Coluna da Arte Suave: os detalhes de como o Jiu-Jitsu é tratado na Austrália; confira e opine

Publicado em 22/02/2019 por: Nilmon
Coluna da Arte Suave: os detalhes de como o Jiu-Jitsu é tratado na Austrália; confira e opine

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Por Luiz Dias

Quimono na mala, passaporte e prancha. Mente aberta para mais uma viagem. Estou aqui na Gold Coast, Austrália. Lugar lindo, boas ondas e muito Jiu-Jitsu aqui. Muitas academias, algumas muito próximas umas das outras. Aqui o Jiu-Jitsu é muito conhecido, admirado e praticado. A Austrália é um país enorme, então, só posso escrever sobre essa região onde estou.

O Jiu-Jitsu aqui é muito focado para a competição. Muitos professores brasileiros e já faixas preta australianos também vêm dando aulas. Dei um treino na academia Fight Club Jiu-Jitsu, onde o professor Gavin Hain, lutador de MMA, dá suas aulas e treina. Durante o treino, ao conversar com eles, poucos sabem muito e muitos sabem muito pouco sobre a história da nossa Arte Suave e mesmo de um passado recente.

Creio que essa parte deveria ser falada pelos professores, como também mais a parte da defesa pessoal a ser praticada, mas isso é apenas a minha opinião pessoal. Em minhas viagens, reparo, posso estar até enganado, mas o Jiu-Jitsu fica muito focado para competições. É uma vertente importante o foco nas competições, mas creio que o Jiu-Jitsu tem uma história muito bonita que não está sendo passada pela maioria dos professores.

O Jiu-Jitsu, pelo menos para mim, e vejo em amigos também, é uma inspiração, uma referência diária, um estilo de vida. Quando eu dou aula aqui no exterior e falo sobre certos episódios do passado, percebo um grande interesse e vontade de saber pelos lutadores locais. Hoje o Jiu-Jitsu, com a globalização, é muito parecido em todos os lugares. Eu não percebo mais tanta diferença assim, mas é notável como o Jiu-Jitsu consegue ser apreciado em diferentes países, com pessoas de diferentes idades.

E mais uma vez o Jiu-Jitsu vai me levando a lugares e me fazendo conhecer pessoas que não teria contato normalmente. Para aqueles que pensam em ter o Jiu-Jitsu como uma profissão para se estabelecer no exterior, creio que vale pesquisar primeiro o local, perceber se naquele local comporta mais uma academia. Porque sair do seu país sem uma noção real do que você vai encontrar, a nível de mercado de trabalho, não acho muito interessante. Aqui me levaram em algumas academias. Vi treinos com bastante pessoas, e outras com 3 ou 4 alunos. A disputa pelo espaço e alunos é grande. Dar aula no exterior, atualmente, já não é como antigamente. Hoje a concorrência é grande. Percebo isso aqui já na distante Austrália.

Para mais informações, veja https://www.instagram.com/luizdiasbjj/ ou entre em contato pelo e-mail geracao.artesuave@yahoo.com.br. Também conheça o http://http://gasjj.blogspot.com//. Boa semana, bons treinos e até a próxima!

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