Promessa da Nova União, faixa-marrom fala de preparação para o Brasileiro e projeta o Mundial

    A faixa-marrom Renata Borges é uma das grandes promessas da equipe Nova União (Foto: arquivo pessoal)

    Aos 22 anos, a faixa-marrom da Nova União, Renata Borges, acumula inúmeros títulos na carreira. Uma das maiores promessas do país na modalidade, a lutadora volta as atenções para a disputa do Campeonato Brasileiro, evento que ocorre entre os dias 29 de abril e 5 de maio na cidade de Barueri, em São Paulo. Questionada sobre a sua preparação para o torneio, a lutadora carioca demonstrou estar focada na competição.

    “Estou treinando bastante, de duas a três vezes por dia, dividindo em drills, preparação física e treinos específicos para chegar bem no Brasileiro”, resumiu a casca-grossa.

    Principal torneio do país na modalidade, o Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu reúne alguns dos maiores atletas do Brasil e do mundo no torneio. Na edição deste ano, os atletas faixas-preta ainda terão uma motivação a mais, já que a premiação aumentou, podendo atingir até R$ 10 mil. Faixa-marrom, a lutadora falou sobre essa remuneração, que mesmo que não valendo para a sua categoria, mostra o quanto a modalidade vem sendo valorizada nos últimos tempos.

    “Finalmente o atleta está sendo valorizado e isso motiva muito mais, porque nos dedicamos muito e gastamos muito com treinos, alimentação, viagens, entre outros. Essa premiação é um grande incentivo para nós que nos dedicamos e abdicamos de muitas coisas para estar competindo no alto nível”, afirmou.

    Dentre as principais conquistas que Renata cumula na carreira estão o de campeã do Rio Fall Internacional, tanto peso quanto absoluto, e do BJJ Pro do Rio de Janeiro, além de já ter sido medalhista em diversos eventos, como o do Abu Dhabi Grand Slam, da UAEJJF, do Europeu, e do próprio Brasileiro. Em extrema ascensão na carreira, Renata espera fazer bonito no Brasileiro para brilhar no Mundial da IBJJF deste ano.

    “O Brasileiro é uma das principais metas para esse ano. Mas a mais importante, sem dúvida, é o Mundial da Califórnia”, concluiu.

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