Em fim de acordo com UFC, Cyborg fala sobre espera e ‘desafio aceito’ de Felicia

por: TATAME | @tatameofficial
Publicado em 22/05/2019

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Invicta no MMA, com sete vitórias, Felicia Spencer impressionou em todos os sentidos durante sua estreia no UFC, ocorrida no último sábado (18), no UFC Rochester, em Nova York (EUA). A americana finalizou Megan Anderson com um justo mata-leão ainda no primeiro round e, em entrevista ainda no octógono – de maneira bem respeitosa -, desafiou Cris Cyborg, ex-campeã peso-pena do Ultimate e ícone do esporte.

A brasileira – que não luta desde dezembro do ano passado, quando foi derrotada por Amanda Nunes -, então, utilizou suas redes sociais não só para aceitar o desafio lançado, como também para já indicar um evento para a lutar acontecer: o UFC 240, que está marcado para o dia 27 de julho, em Edmonton, no Canadá, com card em formação.

Em entrevista ao site MMA Junkie, Cyborg foi questionada sobre o fato de ter escolhido, especificamente, o evento no Canadá. Como resposta, a lutadora explicou que fez apenas um duelo nos últimos 16 meses e reiterou sua vontade de lutar novamente em breve.

“Você sabe que eu não tenho lutado… Uma luta em 16 meses. E eles me fizeram esperar nove meses por Amanda (Nunes). E, então, se passaram cinco meses após a luta. É muito tempo para ficar sem lutar”, declarou a curitibana, atualmente aos 33 anos de idade.

Com apenas uma luta restante em seu contrato atual com o UFC, Cris Cyborg ainda não definiu seu futuro na organização. Após realizar seu próximo combate, a brasileira vai se tornar “agente livre” e, desta forma, estará liberada a negociar com outras organizações.

“Quando ela (Felicia Spencer) me desafiou, eu disse: ‘Legal, vamos lutar’. Já pedi lutas depois da luta contra a Amanda, dois meses para ficar pronta e preparada. (…) Depois disso, não terei mais vínculo (com o UFC)”, concluiu Cris, que tem seis lutas no UFC até agora.

Ainda não há informações a respeito da organização sobre uma renovação de contrato com Cyborg, que no MMA, contabiliza um cartel de 20 vitórias e duas derrotas. Nos últimos meses, a ex-campeã do Invicta e do UFC expôs, principalmente em suas redes sociais, que uma migração para o Pro-Wrestling (WWE, por exemplo) estaria em seus planos futuros.

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