Marco Donato, Fernando Pinduka e Roleta desenvolvem o ‘Jiu-Jitsu Off Road’; conheça o projeto

    Primeiro episódio do Jiu-Jitsu Off Road será em Santo Antônio de Pádua, no Rio (Foto: Reprodução)

    Por Mateus Machado

    Esporte em constante crescimento, o Jiu-Jitsu reúne diversas formas de união, aprendizados, conhecimentos, além de ser uma verdadeira ferramenta de inclusão aos praticantes. Desta forma, foi desenvolvido o projeto “Jiu-Jitsu Off Road”, que tem estreia marcada para este mês de junho e tem como principal propósito rodar diversos lugares, de carro, para mostrar a arte suave sendo difundida através de experiências e histórias compartilhadas por três feras da modalidade.

    Apresentador da atração, o faixa-marrom Marco Donato – que também é chefe de gastronomia – conta com o auxílio do Grande Mestre Fernando Pinduka e da lenda Roberto Roleta no comando do projeto, que tem canal no YouTube (clique AQUI para conferir) e redes sociais para trazer todos os detalhes do programa.

    “O projeto surgiu da necessidade de nós vermos todos esses problemas que estão acontecendo na sociedade, de violência, das pessoas que sofrem de depressão, de algum problema psiquiátrico ou psicológico, das pessoas que sofrem bullying, entre outras coisas. De todas essas necessidades, o Jiu-Jitsu sempre está buscando, no esporte, a melhoria de tudo isso. Vendo todo o trabalho do Mestre Pinduka e do Roleta, ambos com formações fantásticas, eu vi a necessidade de ter algo que tornasse possível conhecer outros lugares, o que estava sendo feito através do Jiu-Jitsu, ver o que o esporte tem feito de bom para a sociedade. É um projeto voltado para todos, sem limitações. O Jiu-Jitsu tem uma força muito grande e a gente quer levar tudo isso, de conhecimento dos mestres, para todos os estados e municípios, fazendo uma troca de conhecimento. Nós vamos para o local, buscamos as áreas turísticas, os projetos sociais, dar conhecimento à essas pessoas e fazer coisas voltadas ao Jiu-Jitsu. É uma sintonia muito grande”, disse Donato, em entrevista à TATAME, falando em seguida sobre como funciona o processo para a realização do Jiu-Jitsu Off Road.

    “A maneira é ir pegando o carro, viajando, levando vários presentes para sortear, visando ajudar os projetos sociais e levar o conhecimento, afinal, é uma troca. Quando a gente for para outro estado, a gente manda o carro ou aluga no local e ‘adesiva’ com a nossa marca, pega o avião e vai, e as pessoas vão nos contratando dessa forma. Na verdade, não é um contrato, é uma troca. Eles dão a parte de hospedagem, alimentação e estrutura, e o resto é com a gente”.

    A primeira experiência do projeto aconteceu no último final de semana, em Santo Antônio de Pádua, município do Rio de Janeiro. Donato, Pinduka e Roleta fizeram diversas ações no local, contando com uma estrutura de primeira linha para que o evento se tornasse único aos praticantes da arte suave.

    “O evento em Santo Antônio de Pádua foi maravilhoso. Nós chegamos lá em um hotel fantástico, fomos muito bem recebidos. Tivemos um ginásio e um auditório para palestra com toda a estrutura possível. Lá, nós conseguimos fazer tudo, foi uma série de ações. O Jiu-Jitsu off Road não se trata só de Jiu-Jitsu, ele vive aquele momento e busca que todas as pessoas vivam também. É como se você estivesse sentado em um carro e vivesse toda a experiência com a gente”, contou Marco, que por fim, projetou sobre o que será da continuidade do programa.

    “São seis programas e vamos procurar fazer por temporada. Estamos na primeira, com seis séries de filmes, depois entra a segunda temporada e talvez a gente vá para o exterior. Cada vez mais vamos adquirindo conhecimento, vamos passando detalhes de cada local que visitarmos e o objetivo é rodar o mundo, é andar na estrada até acabar o pneu, e se acabar, vai ter o reserva (risos). O objetivo é levar todo mundo nessa viagem conosco. E as pessoas vão se surpreender, porque muitos estavam pensando que era simplesmente um seminário, mas não, é muito mais do que isso. Envolve toda uma parte cultural, social, psicológica, pedagógica, que é muito importante para esse momento que a gente está passando em nosso país e em nossas vidas”, encerrou.

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