Davi Ramos comenta triunfo no UFC Rochester, vê ‘grande fase na carreira’ e diz: ‘Em breve estarei no ranking’

Publicado em 02/06/2019 por: Nilmon

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Por Diogo Santarém

Vivendo um grande momento no UFC, o peso-leve Davi Ramos somou sua quarta vitória consecutiva na organização no último dia 18, quando dominou por três rounds e derrotou Austin Hubbard via decisão unânime dos jurados no UFC Rochester, em Nova York (EUA).

Antes de Hubbard, o faixa-preta de Jiu-Jitsu anotou vitórias sobre Chris Gruetzemacher, Nick Hein e John Gunther, todas por finalização. “Sim, é uma grande fase da minha carreira, principalmente pela minha evolução em todas as áreas”, disse Davi à TATAME.

Mas apesar da fase, Davi ainda não figura na lista dos principais postulantes ao cinturão na divisão dos leves, atualmente em posse do russo Khabib Nurmagomedov. A situação, porém, é algo que o brasileiro espera mudar rapidamente, galgando lugares no ranking.

“A categoria leve é uma das mais difíceis do UFC e não é fácil para nenhum atleta somar quatro vitórias consecutivas, então acredito que em breve estarei no ranking pronto para lutar pelo meu objetivo”, afirmou Davi, que não escolhe adversários em sua caminhada.

“Sou funcionário do UFC e estarei pronto para lutar contra quem eles quiserem. Mas, se eu hoje tivesse direito de escolha, gostaria de lutar com alguém ranqueado, com certeza”.

Confira outros trechos da entrevista com Davi Ramos:

-Fase atual após estrear com uma derrota no UFC

Peguei aquela luta com uma semana de antecedência e não tive tempo de preparar especificamente para a luta. Eu não estava em forma, sem querer desmerecer meu adversário. Na minha visão e dos meus treinadores, vencemos a luta. Para mim, com o tempo de preparação adequado, o resultado naquela luta seria a vitória.

-Triunfo contra o Hubbard e decisão unânime

Sem desmerecer meu adversário, mas eu quis me testar um pouco mais na luta em pé e a todo momento eu sabia que estava vencendo. Realmente faltou finalizar meu adversário, pois foi para isso que fui contratado pelo UFC, para terminar todas as lutas, mas não deu.

-Lutar três rounds novamente após um ano

Pois é, foi bom poder sentir três rounds de novo (após duas vitórias no primeiro round). Acho que foi uma série de coisas antes da luta que mexeram um pouco (com meu gás), acredito que mais o meu psicológico, porque quando terminou a luta eu estava 100%.

-Detalhe pra sair a finalização contra o Hubbard

No terceiro round coloquei ele pra baixo e a estratégia era finalizar. Eu tinha praticamente 2 minutos para fazer isso e o árbitro voltou a luta em pé. Não entendi bem o motivo, mas respeitei a decisão dele. Depois ficou mais difícil chegar novamente na posição onde eu estava. Fatalmente buscaria a finalização e terminaria a luta da forma que eu gostaria.

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