Luanna Alzuguir celebra dez anos do seu primeiro título mundial na faixa-preta em ação e afirma: ‘Especial’

por: TATAME | @tatameofficial
Publicado em 01/06/2019

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Por Diogo Santarém

Em 2009, a pentacampeã mundial de Jiu-Jitsu Luanna Alzuguir conquistava o primeiro dos seus cinco títulos na faixa-preta, reinando por uma geração. Dez anos depois, Luanna segue sendo uma referência, e em 2019 volta aos tatames para mais uma edição do Mundial da IBJJF, que acontece neste fim de semana, na Califórnia, Estados Unidos.

Em clima de celebração pela marca, Luanna conversou com a TATAME e falou sobre como está sentindo antes de entrar em ação em mais um Mundial, desta vez ao lado da esposa e também multicampeã Ana Carolina Vieira, e como foi sua preparação.

“Com certeza é algo muito especial eu estar lutando dez anos após o meu primeiro título mundial (na faixa-preta). Foi o que motivou quando tive a ideia de lutar o Mundial esse ano. Faz dez anos que eu ganhei meu primeiro Mundial, mas estou me sentindo bem, com vontade, então tem tudo para ser um evento gostoso, em clima de festa, com boas lembranças. E assim foi o camp também, então com certeza o Mundial deste ano promete muita coisa boa”, disse a faixa-preta, que completou sobre atuar ao lado da esposa.

“Com certeza eu fico mais nervosa vendo ela (Ana Carolina) lutar (risos). Ver minha esposa lutar, com certeza não tem comparação com mais nada, é muito mais fácil entrar lá. Mas fazemos uma dupla muito boa, ela me trouxa uma motivação a mais para querer de novo”.

Confira outros trechos da entrevista com Luanna Alzuguir:

-Crescimento do Jiu-Jitsu nesses dez anos

Durante todo o tempo que eu estou no esporte, é impressionante ver como o Jiu-Jitsu cresceu, a parte feminina também cresceu muito. Hoje em dia é um nível altíssimo em todas as faixas, então é gostoso ver e ainda fazer parte dessa evolução. Acho que o Jiu-Jitsu feminino ainda vai chegar em nível de igualdade com o masculino, porque é por isso que brigamos há tantos anos e vamos seguir brigando até chegarmos lá.

-Primeiro Mundial com prêmio em dinheiro

Eu sempre acreditei que o Jiu-Jitsu ia chegar nesse ponto, que a IBJJF ia pagar premiação. Isso é uma briga de anos, de gerações. Mas precisava desse tempo, do amadurecimento, o esporte ficar sólido, e chegou em um ponto onde a Federação começou a pagar os atletas.

-Motivação para seguir atuando no topo

A motivação é a mesma, de sempre querer um pouco a mais. Me testar, desafiar. É o maior evento de Jiu-Jitsu do mundo e eu queria sentir de novo essa adrenalina. A preparação foi ótima, ao lado da minha esposa e multicampeã Ana Carolina, o físico está em dia, fiz um trabalho mental com a coach Milena Mendes, que também foi fundamental.

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