Ex-lutadora do UFC revela drama com agressões de ex-professor; pessoas próximas dão seus relatos sobre

    Ericka teve breve passagem pelo UFC e, no MMA, soma oito triunfos e três reveses (Foto MMA Junkie)

    No último dia 7 de julho, foi ao ar no programa “Fantástico”, da Rede Globo, uma matéria feita pela TV local de Sorocaba (SP) na qual a ex-lutadora do UFC, Ericka Almeida, acusou o ex-treinador Herman Gutierrez de agredi-la durante sua permanência na academia onde ele dá aula.

    Eu contato com a TATAME, Ericka confirmou todos os relatos. Aos 17 anos, a atleta começou a trabalhar na recepção de uma academia onde Herman dava aula. Em seguida, ele montou sua própria academia e chamou Ericka para treinar. Mesmo casado, Herman mostrou interesse nela e os dois iniciaram um relacionamento. A lutadora contou ainda que chegou a levar os irmãos para treinar lá, e sua irmã, aos 15 anos, também teve um relacionamento com Herman, sem que uma soubesse da outra, sempre com ele alegando descrição por ser casado.

    Ericka disse que as agressões começaram verbalmente, muito fortes, e em seguida se tornaram físicas: “Qualquer motivo era motivo, se eu estivesse com cabelo solto, se estivesse maquiada, tudo. Eram empurrões, que passaram a chutes e cotoveladas”.

    De acordo com a lutadora, as brigas ocorreram por várias vezes até que, em 2017, tiveram dois fatos que foram o limite para Ericka. O primeiro aconteceu quando ela foi visitar a mãe e não atendeu o celular. Herman surtou, fez ameaças por telefone e inclusive confessou as agressões ao falar “eu vou te arrebentar sua, vagabunda. Quando foi que eu te bati que você não mereceu?”.

    O segundo acontecimento foi quando Herman, ao ver que Ericka participava de um grupo com as amigas, a espancou com o próprio celular, segundo um vídeo que Ericka fez minutos depois e comprova a gravidade dos ferimentos no seu rosto.

    Quando questionada o motivo de não ter procurado ajuda policial, a lutadora revelou ameaças de Herman contra seu pai e irmão. Segundo ela, isso trazia mais medo, pois Gutierrez sempre foi uma pessoa conhecida como “pavio curto e agressivo”, além de muito influente na cidade, o que parecia o proteger ainda mais.

    Depois de conversar com uma professora que a instruiu, Ericka decidiu recomeçar sua vida longe dali. A jovem se mudou para Curitiba, no Paraná, onde procurou a Delegacia da Mulher para, enfim, denunciar Herman. Após o caso ter sido exposto pelo Fantástico, sua irmã, Ellen Almeida, também procurou a polícia para falar sobre as vezes que presenciou casos de agressão contra sua irmã e ela.

    Ellen tem ligações, áudios e um diário onde desde os 15 anos ela escrevia tudo o que aconteceu. Os mesmos foram entregues à polícia, que abriu um novo inquérito para investigar. Resta aguardar o desenrolar do caso.

    Outros relatos sobre Herman

    Professor de artes marciais, Herman Gutierrez já possui um histórico de confusões e agressões. Em 2004, por exemplo, ele entrou em uma discussão com Robert Drysdale, atleta de MMA e também professor de Jiu-Jitsu, quando ambos estavam de coach em um ginásio com mais de 500 pessoas. Em meio à briga que se formou, Herman puxou uma faca e atingiu Drysdale no braço. Ele precisou levar 17 pontos.

    Recebemos também relatos de um ex-aluno que preferiu não se identificar. O mesmo treinava com Herman e contou que estava dando um personal em uma academia de condomínio quando foi surpreendido por Herman e mais alguns amigos. O grupo o agrediu em frente à sua aluna pelo simples fato de ele estar dando um personal de Jiu-Jitsu.

    Pedro Peres foi outro que, à TATAME, relatou um problema que teve com Herman durante o período em que trabalhava em sua academia: “Comecei a treinar Jiu-Jitsu com o professor Herman Gutierrez em 2001, treinei lá dos meus 14 aos 17 anos de idade, até que fui estudar em Londrina. Fiquei em londrina de 2005 até 2010. Voltei pra Sorocaba e fui treinar no Herman, visto que ele havia sido meu primeiro professor. Logo recebi o emprego de professor na academia que, na época, era dele. Nesse meio tempo, além de um ‘enrolo’ com uma moto, eu já havia percebido o tipo de mal caratismo que rolava por ali. Ele agredia a esposa na frente de todos. Dava tapa na cabeça dela quando entrava no carro e dizia que estava ensinando seu aluno a como se tratar uma mulher. Falava abertamente das relações extraconjugais com as irmãs Ericka e Helen. No futuro, me desentendi com ele um dia, sem argumentos, ele me expulsou da equipe sofrei com a apropriação indébita da moto que eu já havia pago com meu salário”.

    Mais um relato sobre o lado abusivo de Herman veio de uma ex-funcionária sua, que também pediu para não ser identificada. Ela contou de um dia quando Herman lhe deu uma carona até sua casa e tentou beijá-la. Ao ver a reação de rejeição da mesma, ele começou a gritar e acelerar o carro. Após o ocorrido, ela conversou com os pais que a instruíram a sair imediatamente do trabalho na academia.

    Faixa-preta Herman Gutierrez ao lado de Ericka (Foto arquivo pessoal)

    2 COMENTÁRIOS

    1. O Herman é um grande mau exemplo para o jiu-jitsu, deveria ser banido de todas confederações.

      São varios alunos dele que deixaram a academia e se tornaram pessoas perseguidas aqui na cidade de Sorocaba. Se for atrás para perguntar é uma lista muito grande de pessoas que ele já agrediu é muito maior ainda o número de pessoas que ele ameaçava.

      Muitas pessoas nunca o denunciaram por medo de represálias pois além dele ter alunos imbecís também tem uma ligação com as polícias.

      Herman sempre agiu fora da lei, é um criminoso disfarçado de professor de jiu e mma.

      Será um alívio esse cara preso no xilindró !

    2. verme desgacado fodase se ele e fluente na cidade merece de levar uma carga de chumbo na cara vamos ver se o jiujutsu dele consegue peitar arma de fogo so e valente com mulheres tranquem este verme na cadeia e que seu brioco vire comida naum merece respeito nem mulheres feio e gordo como e que pode as minas se relacionarem com um fudido desse??

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