Cotado como favorito no ‘King of Mats’ dos leves, Gabriel Sousa ignora pressão e diz: ‘Estou bem treinado’

por: TATAME | @tatameofficial
Publicado em 25/07/2019

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Por Yago Rédua

Campeão do ranking da AJP Tour (antiga UAEJJF) na temporada passada, Gabriel Sousa entra como um dos grandes favoritos para conquistar o “King of Mats” dos leves, neste sábado (27). O torneio fará parte do Grand Slam de Tóquio (JAP), segunda etapa do circuito 2019/2020. Em entrevista à TATAME, o jovem faixa-preta da ZR Team disse que não se sente “pressionado” por ser cotado como um dos nomes para levar o título.

“Não sinto pressão, porque eu estou bem treinado. A pressão vem mais quando você não se sente preparado para os desafios. Acho que é normal o favoritismo, ele vai existir em qualquer competição. Tudo é a forma como você lida com as ocasiões e o que vai acontecer ao longo dos torneios. Não há algo para eu me sentir pressionado. É algo que eu quero muito (o título do ‘King of Mats’), mas não fico me pressionando. Se eu ganhar, é mérito do nosso trabalho, meu e de toda equipe, mas se eu não ganhar, terá algo que eu não fiz corretamente, então vou corrigir e voltar para o próximo”, comentou Gabriel.

Na edição anterior do “King of Mats” dos leves, em Londres (ING), Gabriel alcançou a terceira posição. O título na ocasião ficou com Paulo Miyao. Ao relembrar sua performance, o faixa-preta disse que teve um início ruim, mas se recuperou ao longo do torneio. Além disso, afirmou que, na época, o foco maior era conquistar o Grand Slam para somar pontos na corrida pelo título do ranking – objetivo que se confirmou na sequência.

“Eu comecei mal e tive que recuperar durante o campeonato. Perdi a primeira luta, mas depois consegui ganhar as outras e finalizar a última na fase de grupos. Eu fiquei bem abalado após a primeira luta, mas tive a oportunidade de recuperar. Daí, eu comecei a lutar com uma motivação a mais. Isso me ajudou muito. Não que eu queria ter perdido alguma luta, lógico que não. O adversário ganhou a luta, não estou desmerecendo a vitória dele, mas foi uma coisa que eu não aceitei dentro de mim. Sabia que podia lutar mais. O intervalo entre uma luta e outra foi fundamental para colocar a cabeça no lugar, conversar com o meu professor e dar a volta por cima”, comentou o casca-grosa, que seguiu.


“Não que eu não levasse tão a sério o ‘King of Mats’, mas não dava tanta prioridade pelo fato de eu estar lutando pelo ranking. Meu foco era ganhar o Grand Slam (Londres) e o ‘King of Mats’, se eu conseguisse ganhar, beleza, mas se não vencesse, não era a prioridade. Eu acho que mudamos um pouco isso. Acredito que eu venho evoluindo muito após ADKOM. Acho que nunca tinha lutado uma competição do nível tão grande e do formato de lutas como é o torneio. É uma competição além do Jiu-Jitsu, precisa estar com a estratégia em dia. Esses últimos dois meses foram focados muito no ADKOM”, concluiu.

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