Gustavo Batista analisa temporada no Jiu-Jitsu e sugere nova luta com Preguiça no futuro: ‘Gostaria muito’

Publicado em 03/07/2019 por: Nilmon

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Por Vitor Freitas

Gustavo Batista tem apenas 23 anos mas é, hoje, um dos melhores faixas-preta do circuito competitivo do Jiu-Jitsu. Durante 2019, o garoto prodígio de Florianópolis, Santa Catarina, acumulou títulos importantes no Campeonato Europeu da IBJJF, onde foi campeão peso-pesado e fechou o absoluto, e no Pan-Americano, quando também triunfou.

A consistência do jovem atleta ainda o levou a ser medalhista de prata no Campeonato Mundial, maior torneio do ano no Jiu-Jitsu, na Califórnia (EUA), depois de realizar quatro lutas, vencendo Ruan Oliveira (Soul Fighters), Matheus Spirandeli (Alliance) e Renato Cardoso (Alliance), e parando apenas para Felipe Preguiça (Gracie Barra), na finalíssima.

Em entrevista exclusiva à TATAME, o representante da Atos Jiu-Jitsu analisou suas conquistas até agora e contou o que aprendeu no decorrer da sua jornada em 2019.

“Eu acho que tive grandes experiências esse ano desde o Europeu até agora, no Mundial. O Mundial acabou de acontecer, mas com certeza vou tirar grandes experiências e vai me fazer um atleta melhor no futuro. Minha atuação foi boa eu acho que lutei bem, me senti bem em todas as lutas. Venho me dedicando bastante e minha evolução é constante. Isso me deixa motivado, saber que tenho muito a melhorar ainda para o futuro”, analisou.

O aluno do casca-grossa André Galvão ainda comentou sobre o duelo contra Felipe Preguiça na final da categoria meio-pesado, uma das lutas mais técnicas do evento (4 a 4 nos pontos, 1 a 1 nas vantagens) e que foi decidida pelos árbitros após o tempo normal.

“Foi uma luta equilibrada. Busquei a vitória até o final mas a luta acabou empatada e os juízes deram para ele, na decisão. Acho que foi uma luta boa e gostaria muito que tivesse uma outra luta nossa em breve”, projetou, antes de dizer o que, na sua visão, faltou.

“Então, eu não sei. Busquei a vitória a luta toda e terminei com a finalização encaixada quando acabou o tempo. Também teve um momento que quase raspei, mas só um árbitro lateral deu a vantagem, mas mesmo assim deram a decisão para ele. Então acho que é melhor na próxima não terminar na decisão mesmo, ir com tudo para definir antes”.

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