Brasileiro busca sucesso na Rússia inspirado no que a Chute Boxe realizou no Japão: ‘Nossa escola é tradicional’

Publicado em 29/08/2019 por: Mateus Machado
Brasileiro busca sucesso na Rússia inspirado no que a Chute Boxe realizou no Japão: ‘Nossa escola é tradicional’ Charles Blackout entrará em ação neste sábado, no ACA 98, na Rússia (Foto: FlashSport)

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Uma semana depois do nocaute impiedoso aplicado por Caionã Blade no Future MMA 8, chegou a vez de outro representante da Fusion Fight defender a bandeira da equipe provinda da união entre Chute Boxe e Gracie Barra. Neste sábado (31), o peso-galo Charles Blackout enfrenta o russo Valeriy Khazhirokov, pela 98ª edição do ACA, em Krasnodar, na Rússia.

Aos 32 anos de idade, o cearense radicado no Rio de Janeiro vive a melhor fase de sua carreira. Em busca da 12ª vitória em 13 lutas disputadas, a segunda consecutiva no evento russo, ele espera que um novo triunfo, agora contra o sexto colocado do ranking da divisão, o aproxime da disputa de cinturão.

“É a minha segunda luta no evento e já me deram a luta co-principal contra um top 10 da categoria. Minhas expectativas são as melhores possíveis. A ideia é vencer mais esta e ficar entre os melhores para tentar chegar no cinturão”, projetou Blackout. “Não vou deixar meu adversário respirar, vou obrigá-lo a fazer muita força na grade, amassá-lo até que ele canse.”

Líder da Fusion Fight ao lado de Guilherme Iunes, Airton Nogoceke ratificou o plano de jogo supracitado por Charles Blackout e deu detalhes sobre como foram os quase três meses de preparação para o duelo deste sábado.

“Demos uma ênfase bem grande na preparação física, devido ao jogo do Charles sempre tentando colocar para baixo. E vocês podem até esperar o Charles de uma forma até um pouco diferente, pois a gente vem monitorando a evolução dele na parte em pé e os sparrings dele e do Caionã Blade foram melhores do que muita luta que a gente vem assistindo”, afirmou o treinador.

Formado na Chute Boxe, Nogoceke instrui seus atletas de MMA a se inspirarem nos feitos da equipe curitibana nos áureos tempos de Pride, no Japão, onde brilharam nomes como Wanderlei Silva, Maurício Shogun, Murilo Ninja e tantos outros.

“Nos inspira muito. Nossa escola é tradicional e ela fez um trabalho diferenciado no Japão. Se a gente conseguir fazer na Rússia perto do que os desbravadores fizeram no Japão, vai ser motivo de muito orgulho para nossa galera”, exaltou o aluno de Luciano Monge.

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