Após bicampeonato no Pan No-Gi, Lucas Pinheiro agora vai atrás de ouro inédito no Mundial sem quimono, em dezembro

por: TATAME | @tatameofficial
Publicado em 17/09/2019
Após bicampeonato no Pan No-Gi, Lucas Pinheiro agora vai atrás de ouro inédito no Mundial sem quimono, em dezembro Faixa-preta amazonense faturou mais uma medalha de ouro no último sábado (14), em Nova York (Foto arquivo pessoal)

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Duas lutas, duas vitórias e mais uma medalha de ouro no peito. Conquistar títulos virou rotina para Lucas Pinheiro. Só no segundo semestre deste ano ele já faturou o American National, o Austin Open e o Las Vegas Open. Dessa vez o faixa-preta de Jiu-Jitsu da Atos faturou o Pan-Americano No-Gi de Jiu-Jitsu da IBJJF, realizado no último final de semana em Nova York (EUA). Foi o segundo título do amazonense na competição, mas desta vez lutando como peso-pluma.

“A primeira vez que eu conquistei o título foi em 2017 no peso galo. Desta vez lutei de pluma e mais uma vez consegui ser campeão. Acho que tive uma ótima performance, mas eu me cobro muito. Depois que a competição passa, sempre analiso as minhas lutas e vejo onde posso melhorar. Mesmo saindo com a medalha de ouro, vou voltar para a academia e ver o que posso melhorar para as próximas competições”, disse Lucas.

O amazonense radicado em Dallas, no Texas (EUA), não esconde de ninguém que o seu foco são as competições de quimono. Porém, ele tem tido bastante sucesso nos torneios No-Gi. Apesar dos resultados positivos, ele revelou que não tem o hábito de treinar sem o pano.

“Aqui em Dallas eu tenho muitos amigos e parceiros de treinos que gostam mais de No-Gi e treinam Wrestling desde a infância. Muitas vezes eu treino por diversão, ou para ajudá-los, e acabo melhorando o meu jogo sem pano”, confessou o atleta da Atos.

Embalado pelo título do Pan No-Gi, ele agora vai em busca do ouro inédito do Mundial No-Gi, que acontece em dezembro em Anaheim, na Califórnia (EUA), também organizado pela IBJJF. Em 2017, no seu primeiro torneio como faixa-preta, ele ficou com a prata. Ano passado ele acabou parando nas quartas de final por decisão dos juízes.

“Eu não sou daqueles que acredita que por ter ido bem em um competição você vai se sair bem na próxima. A experiência me dá mais segurança, mas não garante que o próximo resultado seja positivo. Tudo depende do processo até a próxima competição e do dia em que ela acontece. No Mundial No-Gi eu vou ter outros adversários. Alguns deles com mais experiência e mais bem preparados, mas vou chegar bem treinado e concentrado para conquistar este título inédito”, concluiu o casca-grossa.

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