Após ficar de fora das finais do King of Mats, Manuel Ribamar exalta título do Grand Slam LA: ‘Foi tipo fênix’

Publicado em 22/09/2019 por: Yago Redua
Após ficar de fora das finais do King of Mats, Manuel Ribamar exalta título do Grand Slam LA: ‘Foi tipo fênix’ Manuel Ribamar derrotou o experiente Marcos Tinoco na final da categoria (Foto: Anne Nunes/AJP)

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Foi uma redenção. O manauara Manuel Ribamar, 25 anos, deu a volta por cima em menos de dois dias no Abu Dhabi Grand Slam Los Angeles, na Califórnia (EUA), no último fim de semana. Ele, não chegou às finais do King of Mat, torneio que antecedeu o Grand Slam, por conta do critério de vantagem. Ribamar ficou empatado com outros dois adversários com duas vitórias e uma derrota.

Riba fez uma boa campanha onde eliminou nomes como Isaque Bahiense e Nathan Mendelsohn, além de fazer uma luta parelha com o sueco Max Lindblad, por 8 a 6 nos pontos, sua única derrota. Diferente dos atletas que não retornaram para disputar o Grand Slam no dia seguinte, no domingo, ele confirmou seu nome na categoria até 88kg para ser uma “fênix”, como ele gosta de dizer.

“Muitos atletas do KOM não voltaram para lutar no dia seguinte, por estarem muito cansados. Eu voltei porque precisava me redimir comigo mesmo, foi uma questão pessoal e precisava superar a campanha que tinha feito no dia anterior. Lutei com a nova geração toda e fico muito feliz de ter mostrado que eu ainda tenho muito para fazer acontecer. Foi tipo uma fênix, dei a volta por cima”, vibra Ribamar, agora bicampeão do Grand Slam LA, já que ele também havia vencido em 2018.

O pupilo de Rodrigo Pinheiro, seu professor no Texas, aproveitou para analisar a vitória sobre Marcos Tinoco (Alliance) na final da categoria. Ribamar venceu por três vantagens, depois de um empate em 2 a 2 nos pontos. Para o campeão, a paciência foi arma fundamental num duelo de seis minutos.

“O combate de seis minutos requer muita paciência e estratégia, não pode errar e se expor atacando com muita brecha. Creio que foi um dos maiores erros ele ter atacado meu pé, pois eu suporto bem a pressão e tenho bom tempo para reagir. Foi o que fez eu vencer o combate, defendi a posição e na hora do embolo quase peguei as costas. Depois administrei as vantagens”, encerra Riba.

Agora, Ribamar vai dividir seus treinos com a construção de sua academia em Boerne, no Texas. Ele volta a lutar no Mundial Sem Quimono, em dezembro.

Veja como Ribamar venceu Tinoco, aqui:

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