Lucas Pinheiro celebra vitória inédita sobre João Miyao e cinturão do F2W: ‘Sempre acreditei que poderia vencê-lo’

Publicado em 21/10/2019 por: Diogo Santarém
Lucas Pinheiro celebra vitória inédita sobre João Miyao e cinturão do F2W: ‘Sempre acreditei que poderia vencê-lo’ Lucas Pinheiro derrotou João Miyao na decisão e conquistou o cinturão do F2W (Foto divulgação F2W)

publicidade

Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. Esse é um ditado que encaixa com perfeição no feito alcançado pelo faixa-preta Lucas Pinheiro no último sábado (19), na Filadélfia (EUA). O manauara disputou o cinturão dos penas do Fight To Win contra o campeão mundial João Miyao, que já foi seu parceiro de treino. Eles se enfrentam em competições com e sem quimono desde a faixa azul, e Lucas nunca havia o derrotado. Mas pra tudo na vida tem uma primeira vez. Com uma grande exibição, Lucas conseguiu impôr o seu jogo e venceu na decisão dos juízes pelo F2W 128, faturando o cinturão da organização.

“Muitas pessoas me falaram que foi a melhor luta da noite. Ataquei do começo ao fim, foram muitas chaves de pé. E o que eu tinha treinado pra defender o jogo dele, deu certo. Estou muito feliz que dessa vez deu tudo certo. Eu sempre acreditei que poderia vencê-lo, pois quando eu treinava com ele, era sempre assim: um dia ele ganhava, no outro dia eu ganhava. Agora eu consegui provar para o mundo o que eu já sabia. Assim como nos treinos, essa vitória significa que estamos no mesmo nível”, disse o atleta da Atos.

A última vez que os dois se enfrentaram foi na final do Mundial No-Gi, em 2017. Dois anos depois, muita coisa mudou na vida dos dois lutadores. João se tornou campeão mundial da IBJJF de quimono e faturou o tricampeonato mundial No-Gi. Lucas mudou de academia e conquistou dezenas de medalhas em torneios com e sem quimono, com destaque para os recentes títulos do American National e do Pan No-Gi.

“Muita coisa mudou desde a última vez que lutamos. Agora eu faço parte de um novo time, onde tenho um treino melhor e sou orientado pelos professores André Galvão e Angélica Galvão. Também me tornei professor da Atos, e considero meu emprego atual muito melhor. Além de todo apoio emocional do meu chefe, que me motiva muito, ele também coordena meus horários de trabalho de uma forma que não me prejudique no treino, principalmente quando tenho superluta marcada ou um campeonato se aproximando. Fora isso, eu mudei de nutricionista, tenho um profissional competente que planeja a minha alimentação da melhor forma possível. Tudo isso ajuda muito e soma com minha fé e vontade de vencer”.

Veja também

publicidade

Mais lidas

publicidade

Newsletter

Assine nossa Newsletter e receba notícias e novidades em primeira mão

publicidade