Mais de R$ 300 mil em prêmios e inclusão social: confira todos os detalhes do Mundial de Jiu-Jitsu da SJJIF

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A edição de 2019 do Mundial de Jiu-Jitsu da SJJIF começa nesta sexta-feira (8) e vai até o próximo domingo (10), em Long Beach, na Califórnia (EUA). Neste ano, a organização vai distribuir mais de US$ 74 mil em premiações – cerca de R$ 306 mil reais, segundo a conversão do Banco Central do Brasil. A grande novidade será a divisão do absoluto na faixa-preta entre leve e pesado, o que vinha sendo um pedido dos atletas.

Os campeões na faixa-preta adulto também vão ganhar um anel de ouro. As premiações nas divisões vão variar de acordo com o número de atletas inscritos. Com nove ou mais, o prêmio será de US$ 1 mil. Caso fiquei entre sete e oito competidores, o campeão levará US$ 800. Se tiver entre quatro e seis atletas, o vencedor fatura US$ 500.


Nomes de destaque do cenário internacional do Jiu-Jitsu estarão em ação neste fim de semana nas disputas da faixa-preta do Mundial. Confira lista completa, aqui!

Faixa-preta / adulto / masculino

Peso-galo: Andre Pontes e Masayuki Yoshioka
Peso-super-pena: Gabriel Sousa e Lucas Pinheiro
Peso-pena: Isaac Doederlein, Kennedy Maciel, Pablo Mantovani e Richard Alvarez
Peso-leve: Lucas Valente e João Mendes
Peso-médio: Guthierry Barbosa e Otavio Sousa
Peso-meio-pesado: Mathias Luna e Ronaldo Júnior
Peso-pesado: João Silva, Moisés Cavalcante e Vinícius Reis
Super-pesado: Arnaldo Maidana e Helton Junior
Pesadíssimo: Felipe Bezerra

Das seis divisões femininas, apenas duas têm mais de uma competidora. A categoria dos leves (Nikki Sullivan e Nívia Moura) e a dos pesados (Alejandra Gonzalez, Kendall Reusing e Talita Treta). Atletas consagradas como Nathiely de Jesus, Andressa Cintra e Nathalie Ribeiro não possuem oponentes em suas chaves e devem entrar forte na disputa do absoluto.

Mundial da inclusão

O Mundial da SJJIF vai contar também com o Parajiu-Jitsu, com atletas que possuem algum tipo de deficiência, o Special Jiu-Jitsu, para competidores que tenham alguma deficiência mental, e o Deaf, exclusivo para deficientes auditivos. A ideia é conceder mais espaço e visibilidade para que essas pessoas e professores possam propagar seu trabalho. À TATAME, o presidente João Silva citou essa iniciativa também como parte do projeto olímpico da Federação.

“Pra gente é algo que faz parte da nossa trajetória olímpica. Vamos usar isso para não só construir as divisões, mas ajudar a desenvolver todo esse trabalho de inclusão. Aqui (na SJJIF), fazemos algo direcionado para um apontamento olímpico”, destacou.

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