Modelo e veterinária, brasileira estreia como ring girl e comenta experiência: ‘Fiquei impressionada’; veja

Publicado em 13/11/2019 por: Diogo Santarém
Modelo e veterinária, brasileira estreia como ring girl e comenta experiência: ‘Fiquei impressionada’; veja Julyane Albuquerque tem 29 anos e vem se aventurando como ring girl (Foto divulgação QST)

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A primeira aparição de uma ring girl, segundo pesquisa realizada, data de 1965, quando a revista “Ring Magazine” publicou a foto de uma modelo segurando uma placa em um duelo de Boxe. Desde então, além do Boxe, outros esportes de luta passaram a adotar a presença das ring girls, entre eles o MMA.

Maior organização de MMA do mundo, o Ultimate teve sua primeira ring girl em 2004, quando a americana Rachelle Leah participou do UFC 48 levando as placas que anunciavam o início de cada round. Hoje a profissão se tornou global, com a maioria dos eventos de MMA pelo mundo tendo suas ring girls.

Representando o Brasil, as mais famosas são Jhenny Andrade, Camila Oliveira e Luciana Andrade. Porém, novos nomes surgem a cada evento, é o caso de Julyane Albuquerque. Aos 29 anos, Julyane é veterinária, microempresária, trading, modelo e, recentemente, estreou como ring girl.

“Eu sou uma mulher de personalidade forte, inteligente e alto astral, espiritualista, e como boa taurina, sou comilona e teimosa. Não conhecia as lutas ao vivo, mas gostei muito. Vi que não é uma questão só física, a luta acontece antes através do cérebro, do estudo do combate”, disse a ring girl de Balneário Camboriú (SC), que tem a modelo Dai Macedo como grande referência na área.

“Tem uma modelo que eu acompanho no Instagram, a Dai Macedo, ela começou como ring girl em Goiânia, admiro muito o trabalho dela”, citou a catarinense, que ainda garantiu não se importar com as cantadas.

“Isso pra mim nunca foi problema, desde que não haja falta de respeito, lógico. Mas cantadas geralmente são saudáveis e eu entendo como elogio, até gosto e tento ser sempre gentil e educada com todos”.

Por fim, Julyane afirmou que, apesar da pouca experiência na área, ela não ficou assustada ao realizar sua primeira luta como ring girl. “Eu não gosto de violência, mas como disse, a luta é bonita e empolgante quando você vê que existe respeito e técnica. Eu fico mais impressionada do que assustada”, encerrou.

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