Pedro Marinho vence todo mundo no Mundial No-Gi e põe nome a ser batido na faixa-marrom em 2020: ‘Sigo trabalhando’

Publicado em 28/12/2019 por: Diogo Santarém
Pedro Marinho vence todo mundo no Mundial No-Gi e põe nome a ser batido na faixa-marrom em 2020: ‘Sigo trabalhando’ Pedro Marinho venceu seu segundo título mundial e quer seguir em alta em 2020 (Foto IBJJF)

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Um peso-pesado clássico, com jogo voltado para as finalizações no pescoço, assim Pedro Marinho está escrevendo seu nome na faixa-marrom. Neste mês de dezembro, na Califórnia (EUA), o atleta da Gracie Barra Westchase foi campeão mundial sem quimono da IBJJF ao vencer quatro combates, sendo dois por finalização.

“Fui fiel às minhas escolhas. Saí de casa cedo para conquistar medalhas de ouro e o meu espaço no esporte”, reflete Marinho, campeão sem sofrer pontos, ao comentar seu segundo título mundial com selo da IBJJF.

O novo destaque da GB quer mais, porém, ainda não pensa na faixa preta de Jiu-Jitsu: “Eu tenho títulos no Pan-Americano e Mundial No-Gi, isso com apenas seis meses de faixa-marrom. Quero amadurecer e treinar muito mais para repetir esses dois feitos com quimono em 2020. A faixa preta é um processo natural de evolução: sigo trabalhando para subir o nível, seja dentro ou fora dos tatames”, comentou.

Marinho também aproveitou para analisar a final da categoria dos médios. Contra o equatoriano Roberto Jimenez, outra estrela da nova geração, ele dominou as ações, fazendo dois pontos e cinco vantagens para vencer. Os pontos e as vantagens foram oriundos de um ataque na guilhotina que chamou atenção.

“Não me lembro agora qual momento foi mais decisivo, mas posso dizer que foram todos. Eu entrei nessa final somente para vencer, isso era o que importava para mim. Fiquei atento aos berimbolos, tentativas de quedas e deixei fluir meu jogo. Toda hora que ele vinha entrar nas minhas pernas, eu laçava o pescoço dele para tentar ajustar a guilhotina, e foi assim boa parte da luta”, contou Pedro, que completou.

“Lutar contra o Roberto é sempre muito difícil, ele é um dos melhores. Mas sempre ouvi dizer que se você quer ser o melhor, você deve ganhar dos melhores. Amo fazer essas lutas e mal posso esperar para a gente se encontrar na faixa preta, já que ele foi graduado no fim do campeonato, e fazer boas guerras”.

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