Sem deixar o MMA de lado, Cristiano Marcello fala de paixão pelo Mountain Bike: ‘Adrenalina é a mesma’

Publicado em 09/01/2020 por: Mateus Machado
Sem deixar o MMA de lado, Cristiano Marcello fala de paixão pelo Mountain Bike: ‘Adrenalina é a mesma’ Cristiano Marcello com Letícia Heiler e Cynthia Duarte, da equipe Fiets (Foto: Divulgação)

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Líder da equipe CM System, que vem cada vez mais em alta no cenário do MMA, além de uma história repleta de vitórias e grandes batalhas nas artes marciais mistas, onde acumula passagens pelo UFC, Meca e Pride, Cristiano Marcello encontrou uma nova paixão.

Sem deixar o MMA de lado, o curitibano encontrou a motivação exata a partir do momento em que passou a praticar o Mountain Bike, uma modalidade de Ciclismo na qual o objetivo é transpor percursos com diversas irregularidades e obstáculos. Impressionado com a sensação de adrenalina que o esporte passa, Cristiano contou de que maneira passou a praticar a modalidade.

“Eu sigo no MMA, não saí do MMA para outro esporte, mas eu achei uma modalidade que me dê adrenalina para competir também. Tudo começou quando eu fui comprar uma bike com a minha esposa, que foi uma coisa que eu sempre gostei. O Jackson, que hoje está me treinando, era o vendedor, e eu disse que precisava de uma bike com um bom custo benefício. Ele nem sabia quem eu era, mas me analisou e me viu com um perfil de atleta, então me ofereceu uma bicicleta um pouco mais cara, mas que eu não iria me arrepender. Eu fui na dele e, com isso, ele me convidou para treinar. Aqui, na nossa região, tem um lugar chamado Campo Magro, a 10km de Curitiba, que é um dos melhores lugares para se andar.

No primeiro dia andando com os caras, eu sofri, só faltei chorar em cima da bicicleta (risos). Eu só andava na estrada ou ia para a fazenda, não tinha toda essa prática. Essa paixão surgiu porque eu senti tudo o que eu havia sentido no MMA e que me fez apaixonar pelo esporte que me fez ser quem eu sou… Dor, adrenalina e tudo mais. Eu descobri isso aos 40 anos no mountain bike, e estou adorando, a adrenalina é a mesma. Descer uma ladeira a 70km/h, subir lugares enormes e com obstáculos… Estou me destacando e isso me fez projetar as competições no esporte. Estou muito feliz com tudo o que está acontecendo e percebendo uma evolução constante”, contou o casca-grossa, que agora faz parte da equipe Fiets, voltada justamente para o Mountain Bike.

“O MMA é meu trabalho, minha vida, mas eu tenho pedalado bastante. Agora, estou fazendo parte de um time de pedal no mountain bike, a Fiets, patrocinado por eles e pretendo começar a competir também. É um esporte que, no sentido de superação e de testar os seus limites, é muito parecido com o MMA. Você descer uma ladeira a 65/70km/h, subir mais de 1000m de altimetria pedalando firme. É uma superação fazer num dia 60, 70, 80km pedalando, precisa mostrar muito coração e acho que é por isso que estou me adaptando tão bem. Meus treinos estão sendo diários, com três caras que estão me ajudando muito (Jackson Dobait, Edpo Peruci e Cleverson Ferrugem), que já estão no esporte há um bom tempo e eles estão me passando o feedback para o caminho mais curto, até eu conseguir chegar confortável nas competições. Estou indo bem nos treinos e me preparando bastante para representar a Equipe Fiets na Copa Soul PR. Graças a todo o meu background de atleta profissional durante a vida inteira, eu estou encurtando caminhos para conseguir pedalar forte, por conta da importância da prática de lutas por muitos anos, foi importantíssimo para construir toda uma estrutura, que hoje está me favorecendo. Agradeço muito o apoio da Letícia Heiler, Diretora Executiva da Fiets Paraná e também da Cynthia Duarte, embaixadora e comunicadora”, encerrou.

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