Ao longo deste sábado (25), o ginásio José Corrêa, em Barueri, na Grande São Paulo, deveria receber o primeiro dia de competições do Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu. Até o dia 3 de maio, a expectativa era de aproximadamente 8 mil competidores passando pelos tatames da CBJJ – e grandes histórias sendo contadas por atletas de todo o país.

Por conta da pandemia do novo coronavírus, que já registra quase 60 mil casos e mais de 4 mil mortes no Brasil, o torneio precisou ser adiado. A Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu optou pela decisão no começo de março, quando começaram a surgir os primeiros casos oficiais no país e foram instauradas políticas de distanciamento social em combate ao vírus, seguindo regras da Organização Mundial da Saúde. O estado de São Paulo, sede do evento, é o epicentro da Covid-19 em solo nacional.

A entidade informou, na nota de cancelamento, que iria esperar a situação se normalizar para escolher uma nova data para o Brasileiro. Além disso, garantiu que reembolsará todos os atletas inscritos na competição.

Neste ano, o Brasileiro de Jiu-Jitsu estaria completando a 25ª edição. Em 2019, como fato histórico, foi a primeira vez que os atletas campeões na faixa-preta adulto ganharam prêmio em dinheiro. Com Mundial e Pan fora do Brasil, o Brasileiro se torna para muitos atletas uma grande vitrine na arte suave.

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