Artigo: a importância do professor de artes marciais na rotina das crianças durante a quarentena; leia e deixe a sua opinião

Publicado em 29/06/2020 por: Mateus Machado
Artigo: a importância do professor de artes marciais na rotina das crianças durante a quarentena; leia e deixe a sua opinião Participação dos professores é ainda mais importante na quarentena (Foto reprodução Instagram @henriquesaraivajj)

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* Estamos todos em casa, não podemos treinar, e como você observa que o professor é essencial neste período? Estarei explicando, no decorrer deste artigo, a sua importância e o quanto esse tema nos traz uma reflexão profunda a respeito desse momento sombrio.

Nunca é demais lembrar que devemos permanecer em casa, lavar as mãos com sabão, usar álcool em gel, evitar aglomerações, manter os ambientes ventilados, não compartilhar objetos pessoais e, por favor, cubra o nariz e boca ao espirrar ou tossir, e para complementar, use máscaras ao sair de casa. 

Estamos vivendo uma pandemia, onde as incertezas e inseguranças estão cada vez mais latentes em nossas vidas. Várias pesquisas científicas estão sendo desenvolvidas. Exemplos: vacinas, medicamentos, tratamento intensivos nas UTIs. Porém, o essencial, não tem “vacina”. Tudo está em andamento e nada concretizado até o momento. O fundamental é continuarmos tendo esperanças de que tudo vai melhorar e, aos poucos, vamos retomar nossas vidas, seja na escola, faculdade, natação, futebol e nas academias de artes marciais.

Enquanto isso, vários professores de artes marciais continuam orientando seus alunos através das plataformas digitais, ou até mesmo pelo WhatsApp, pois as orientações dadas neste período ajudam muito quem está se sentindo desanimado e depressivo. Não podemos nos esquecer da meditação usada pelos mestres das artes marciais, da qual tem ajudado muitas pessoas neste período, afinal, quando vamos voltar? Independentemente da resposta, a paciência e a fé serão sempre a melhor opção no momento.

Muitos psicólogos dizem que, caso haja uma crise, no momento a crise chama Covid-19, considerada uma doença infecciosa causada pelo coronavírus, da síndrome respiratória aguda grave 2 ( SARDS-CoV-2), que infelizmente afetou o mundo todo, e que, para muitas pessoas, está sendo uma crise aguda traumática. A primeira explicação para o seu aluno, mesmo sendo pelas plataformas digitais, é que cuidar da saúde física para não ser infectado é primordial e, em segundo, é tomar cuidado para não infectar o outro. 

Neste momento, é importante que os professores promovam reuniões online com as famílias para pensar sobre os problemas atuais e soluções para uma possível volta, lembrando que, em muitas vezes, no entanto, as pessoas não conseguem esquecer esse tipo de experiência, mas as reprimem, sem ter consciência disso ou até mesmo tornarem obsessivas em relação aos cuidados com a higiene pessoal.

“A pessoa, ao passar por um trauma intenso, de acordo com Gagliato, nunca mais será a mesma”.

Mas isso não quer dizer que haverá um impedimento para que a pessoa retome a vida dela, no entanto, alunos sensíveis podem ter sequelas emocionais e chegam a desenvolver depressão profunda. Por esse motivo, o professor precisa acompanhar seu aluno, procurando saber como ele está se adaptando neste período complicado. Há pessoas que se fragilizam mais e outras que são mais resistentes nas crises. O ideal é que os professores e as famílias estejam juntos nesse momento, para ajudar da melhor forma possível as crianças a superar essa fase, buscando estratégias para eventuais problemas emocionais ao retornar.

Quem sou eu? Mônica de Paula Silva, também conhecida como Monica Lambiasi, é graduada em Pedagogia desde 2004. Concursada pela Prefeitura de Embu Guaçu – SP, atua há 13 anos como psicopedagoga clínica, área na qual é pós-graduada desde 2006. Em 2008 concluiu pós-graduação em Didática Superior, e em 2009 concluiu pós-graduação em Educação Especial e Educação Inclusiva. Já em 2017 concluiu pós-graduação em neuropsicopedagoga, e atualmente estuda psicanálise e neurociência. Também é escritora.

Contatos: WhatsApp (11) 99763-1603 / Instagram @lambiazi03

* Por Mônica de Paula Silva

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