Cris Cyborg reforça o desejo de revanche com Amanda, se diz feliz no Bellator e cutuca UFC: ‘Não valoriza seus atletas’

Publicado em 19/06/2020 por: Diogo Santarém
Cris Cyborg reforça o desejo de revanche com Amanda, se diz feliz no Bellator e cutuca UFC: ‘Não valoriza seus atletas’ Cyborg trocou o UFC pelo Bellator e disse estar mais realizada (Foto reprodução Instagram @criscyborg)

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* Considerada um dos maiores nomes da história do MMA feminino, Cris Cyborg completou, no início deste ano, o “Grand Slam” da modalidade, quando conquistou o cinturão peso-pena do Bellator e, desta maneira, chegou a quatro títulos nas principais organizações de MMA do mundo (além do Bellator, UFC, Strikeforce e Invicta FC).

Com o cinturão em sua posso após derrotar a então campeã Julia Budd, em janeiro, Cyborg agora aguarda a definição sobre sua primeira defesa de título. Em entrevista à TATAME, a brasileira citou a australiana Arlene Blencowe como possível adversária, porém, ressaltou seu desejo de enfrentar campeãs de outras companhias, em trabalho similar ao que Scott Coker, presidente do Bellator, realizou com o Rizin FF.

“Ter assinado com o Bellator abriu as portas para eu poder enfrentar uma campeã de outro evento. O Bellator já fez isso, enviou lutadores para o Japão, e quando eu assinei, falei para o Scott (Coker, presidente) que eu queria fazer a revanche com a Amanda (Nunes). Eu tentei estando no UFC, não consegui, mas quem sabe a gente consegue. Essa é a luta que os fãs querem ver”, disse Cris, que ainda não esqueceu seu revés para a compatriota Amanda Nunes, em 2018, quando foi nocauteada em 51s e perdeu o título do UFC.

Ainda segundo a curitibana – que hoje mora em Los Angeles (EUA) -, sua volta aos cages pelo Bellator está programada para os meses de agosto ou setembro, e como lutou em janeiro, pouco antes do início da pandemia do novo coronavírus, Cyborg não sentiu tanta falta de entrar em ação durante esse período.

“Logo que começou a pandemia eu tinha acabado de lutar, então aproveitei esse período de quarentena para descansar, ficar com a minha família, mas sempre dando continuidade nos treinos, na parte física. Financeiramente não prejudicou tanto por causa do nosso bom trabalho online, que já vinha sendo desenvolvido”, contou a multicampeã, que por fim ainda comparou os tratamentos recebidos no UFC e no Bellator, cutucando a organização presidida por Dana White, de onde saiu no fim de 2019.

“Não tem comparação (tratamento no UFC e no Bellator). Eu sou muito grata por tudo o que aconteceu no UFC, recebi um grande carinho da maioria das pessoas com quem trabalhei, mas estou muito feliz no Bellator. E como profissional, financeiramente, o que o UFC me ofereceu não foi nem perto do Bellator. É triste porque é um evento enorme, mas que não valoriza os seus atletas”, encerrou Cyborg.

Confira a entrevista com Cris Cyborg na íntegra:

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