Com proposta inovadora, BJJBET estreia em setembro com grandes nomes do Jiu-Jitsu em ação; confira os detalhes

Publicado em 28/07/2020 por: Diogo Santarém
Com proposta inovadora, BJJBET estreia em setembro com grandes nomes do Jiu-Jitsu em ação; confira os detalhes

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* Disputas com e sem quimono, categorias sub-21 e “old school”, além de grandes nomes do Jiu-Jitsu em ação. Essa é a proposta do BJJBET, mais novo evento brasileiro de lutas casadas que chega com uma proposta ambiciosa para a sua primeira edição, marcada para o dia 6 de setembro. Ao todo serão 12 lutas, misturando a velha e a nova geração, em combates que prometem pegar fogo. Em entrevista à TATAME, Alexandre Maron, faixa-preta da Alliance e porta-voz do BJJBET, falou sobre o formato do evento e o que os fãs da luta agarrada podem esperar da primeira edição.

“Entendemos que o futuro do Jiu-Jitsu são os eventos de lutas casadas, esse entretenimento, show para os fãs. No Brasil tem poucos eventos assim e agora chegou o BJJBet. Vamos ter lutas com e sem quimono, e vamos valorizar muito o No-Gi. O americano é apaixonado pela luta agarrada e ela vende bastante, então acreditando nesse potencial do grappling. Teremos algumas regras específicas para essa parte com o intuito de dar chances para mais modalidades de luta agarrada além do Jiu-Jitsu”, disse Maron, que continuou.

“As lutas sub-21 vão ser só entre faixas coloridas, sem faixas-preta, com a nova geração, enquanto as ‘old school’ têm o intuito de valorizar grandes nomes do nosso esporte, quem abriu caminho para o Jiu-Jitsu chegar aonde chegou hoje em dia. Além disso, teremos uma luta feminina nesse primeiro evento”.

Ainda de acordo com Maron, cada categoria terá um ranking, colocando nas próximas edições cinturões em disputa e aumentando ainda mais o nível dos embates. Por conta da pandemia do coronavírus, a primeira edição, dia 6 de setembro, vai acontecer sem a presença do público, com transmissão via pay-per-view.

“Estamos projetando mais uma etapa para o fim do ano, e o objetivo é fazer em torno de seis eventos por ano, contando pontos nos principais pesos (65kg, 75kg, 85kg, 95kg e +95kg) e colocando cinturões em disputa. (…) Para a nossa estreia vamos escolher um lugar bem diferente, acho que todo mundo vai gostar, e vamos contratar empresas de primeira para realizar uma bela transmissão via pay-per-view (PPV)”, comentou Alexandre, que é faixa-preta de Fábio Gurgel e participou da criação do projeto Dream Art.


Confira outros trechos da entrevista com Alexandre Maron:

– Como surgiu a ideia de criar o BJJBET

Sou muito amigo do Fabio Romão, e ele tem um tatame em casa apelidado carinhosamente de ‘caverna do dragão’. Na quarentena treinaram lá nomes como Marcus Buchecha, Leandro Lo, Pato, Erberh Santos, Daniel Rott, entre outras feras. E aí um dia o Romão me liga e diz: ‘Vem conhecer um amigo meu, ele quer fazer um evento’. Eu fui apresentado neste dia para um dos sócios do BJJBET, apaixonado por Jiu-Jitsu e praticamente há mais de 25 anos, tivemos uma primeira conversa, onde o intuito era colocar o pessoal que estava treinando no Romão contra o pessoal da Dream Art. O assunto acabou esfriando e umas duas semanas após, esse sócio me ligou informando que tinha conseguido outro sócio investidor nos Estados Unidos, também apaixonado por Jiu-Jitsu, cujo irmão conhece muitos lutadores e celebridades. E aí me perguntou se queria ajudar eles nesse projeto, e claro que eu topei na hora.

– Principais dificuldades em meio à pandemia

O maior desafio é a limitação por fronteiras entre os países e encontrar um local apropriado para transformar este sonho em realidade. Procuramos um atleta que está na Austrália, por exemplo, mas não seria possível a vinda dele, então priorizamos atletas que estão no Brasil ou moram nos Estados Unidos e possuem ‘green card’. Além disso, outra dificuldade é não poder receber o público, uma opção importante de faturamento do evento, mas que infelizmente a gente deixa de ter por causa da pandemia.

– Preocupação com as regras e arbitragem

Os sócios do evento são apaixonados por Jiu-Jitsu, cada um vem de uma equipe diferente, e estão buscando realmente fazer um evento de atletas para atletas, valorizando quem faz o espetáculo, com algumas mudanças nas regras oficiais, visando deixar as lutas mais dinâmicas. Teremos uma enquete com os lutadores para trazer os juízes mais votados, VAR (árbitro de vídeo), e o foco é minimizar ao máximo os erros de arbitragem. O evento virá para revolucionar. E além de grandes lutas, o pessoal que acompanhar ainda vai poder brincar fazendo apostas no site do maior patrocinador do evento. Será a Las Vegas do Jiu-Jitsu.

* Por Diogo Santarém

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