Fepa Lopes vê ‘saldo positivo’ do BJJ Stars em meio ao cenário de pandemia e projeta: ‘Queremos ser o UFC do Jiu-Jitsu’

Publicado em 30/08/2020 por: Yago Redua
Fepa Lopes vê ‘saldo positivo’ do BJJ Stars em meio ao cenário de pandemia e projeta: ‘Queremos ser o UFC do Jiu-Jitsu’ Equipe responsável pela organização do BJJ Stars, realizado no último dia 25 de julho (Foto Carol Haber / divulgação)

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* No último mês de julho, aconteceu a terceira edição do BJJ Stars e, como de costume, com um card repleto de estrelas do Jiu-Jitsu brasileiro. Porém, por conta da pandemia do novo coronavírus, a organização precisou adotar um rigoroso protocolo sanitário e não contou com a presença de público no evento – apenas vendas de PPV (pay-per-view).

Para entender melhor a retomada, a TATAME conversou com Fepa Lopes, idealizador do BJJ Stars, que fez um balanço da edição: “O evento foi uma coisa diferente para todos, estamos passando por uma situação que nunca imaginamos que iríamos passar, que é essa pandemia. Tivemos que fazer várias adaptações para que o evento rolasse de forma responsável, sem expor os participantes e as pessoas presentes. Desenvolvemos um protocolo, testes para os atletas, outras pessoas envolvidas, como a Michelle Nicolini (entrevistou os atletas), inclusive o apresentador foi testado e caiu no Covid-19. De última hora, trouxemos a Paula Sack que deu conta do recado, fez com maestria. Os atletas ficaram todos aptos a lutar”, comentou.

Fepa disse ainda que manteve o local do evento secreto para evitar aglomeração de fãs na porta. O faixa-preta de Jiu-Jitsu contou que os lutadores só souberam o endereço um dia antes da pesagem oficial.

Outro ponto abordado por Fepa Lopes foi a respeito da bilheteria. Como o show não teve a presença do público, a organização chegou a temer a realização do evento, mas o idealizador garantiu que não teve prejuízos. Por fim, ainda projetou que o BJJ Stars tem como ambição ser o UFC do Jiu-Jitsu.

“O evento foi um sucesso. Tivemos um certo receio pelo fato de não ter uma arrecadação importante que é a bilheteria presencial, mas atingimos números positivos, fizemos um grande show e sem tomar prejuízo. Estamos muito animados, lançamos a edição do dia 5 de dezembro e estamos com fome de fazer explodir e colocar o Jiu-Jitsu no patamar que nós imaginamos que ele merece estar. Como eu falei lá atrás, queremos ser o UFC do Jiu-Jitsu. Queremos ser o maior evento de Jiu-Jitsu do mundo”, concluiu o mandatário, que também abordou a chegada de Giovani Decker, ex-presidente do UFC no Brasil, ao BJJ Stars, e outros pontos.

Confira abaixo a entrevista na íntegra:

* Por Yago Rédua

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