Rodrigo Feijão cita importância do contexto nas trocas de equipe e responde sobre os irmãos Munis: ‘Sem ressentimento’; confira

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* Responsável pelo Clube Feijão, em Maringá (PR), e formador de diversos jovens campeões, Rodrigo Feijão vive o Jiu-Jitsu intensamente, seja nos treinos ou acompanhando seus alunos em competições. Em entrevista à TATAME, o professor comentou sobre o processo de troca de equipes atualmente. Na opinião de Feijão, o assunto ainda é delicado, e poderia ter um maior acompanhamento dos órgãos que comandam a arte suave.

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“Contrato… E a filosofia das artes marciais, fica onde? Se daria certo ou não, só vendo, falando agora não sei dizer. Pra mim não tem contrato, e sim promessas e melhoria da situação. Acredito que não seja possível para o professor (controlar a troca de equipes), pois isso não é de agora, sempre teve, porém com menor repercussão. Já os órgãos que conduzem o esporte têm maneiras de controlar, sim. Estipular prazos e regulamentos para isso, por exemplo”, afirmou o experiente faixa-preta da Nova União, citando a importância de se analisar o contexto geral na hora em que um aluno(a) decide mudar de equipe.

“É uma situação delicada, pois temos que analisar o contexto num todo, mas hoje em dia não existe mais aquele ‘creonte’ como antigamente”, completou Feijão, que é formado pelo mestre Dedé Pederneiras.

Saída dos irmãos Munis

Revelações do Jiu-Jitsu, os irmãos Alex, Anderson e Erich Munis, hoje todos faixas-preta, passaram pelas mãos de Rodrigo no Clube Feijão – quando despontaram no cenário nacional – e, posteriormente, migraram para o projeto Dream Art, em São Paulo, bandeira que representam atualmente. Na época, a mudança causou bastante repercussão no universo da arte suave, mas para o professor, não ficam ressentimentos.

“Normal (lidar com a saída dos irmãos Munis). Eles não foram os primeiros e não serão os últimos. Na minha academia só fica quem se sente a vontade, e preciso de pessoas da mesma maneira para juntos buscarmos nossos objetivos. Cada um segue o seu caminho, sem ressentimentos espero, pelo menos da minha parte. Sinceramente, não me sinto traído (quando alguém deixa a equipe). Prejudicado até pode ser que sim, pois pensando na equipe como um todo, estamos sempre contando com os nossos campeões”, encerrou.

* Por Diogo Santarém

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