Na última terça-feira (12), na Barra da Tijuca (RJ), ocorreu o esperado encontro entre Capitulino Gomes – vice-presidente da Confederação Brasileira de Kickboxing e presidente da FKBERJ – e Luiz Carlos das Neves, diretor-geral do EGLO (Escritório de Governança do Legado Olímpico). Além da dupla, participaram do encontro Cláudia Buzzone, assistente de projetos, e Maurício Pelegrineti, coordenador geral, para debater sobre as possíveis datas para a realização do Campeonato Brasileiro de Kickboxing.

A reunião em conjunto com uma visita técnica selou a parceria, que promete mais frutos no decorrer do ano. A princípio, o torneio – que já foi adiado por conta da pandemia de Covid-19 – chegou a ser programado para fevereiro, na Arena Carioca 1, mas deve acontecer em abril ou junho. Vale ressaltar que o Brasileiro da modalidade não é realizado na “Cidade Maravilhosa” há quase 15 anos. Em declaração, Luiz Carlos projetou.

“Estamos com uma expectativa de ter vários eventos em 2021, apesar da pandemia, e mostrar a importância desse legado olímpico para o Rio de Janeiro. Hoje as artes marciais têm o melhor equipamento aqui, utilizado em Olimpíadas, então o pessoal da luta tem recebido a devida importância que o segmento merece”, disse.

Com a definição da nova data para o Brasileiro de Kickboxing ainda em debate, o diretor-geral da EGLO também aproveitou para destacar o “cumprimento da lei” na mudança do formato de cobranças das arenas olímpicas, além da importância do legado dos Jogos de 2016 para o Rio de Janeiro.

“É importante a gente deixar claro que, embora possa ter alguma mudança na gestão, o foco no esporte vai prosseguir, assim como os eventos. Todo esse equipamento, essa estrutura para as Olimpíadas, ela é referência na América no Sul, então temos que sediar grandes eventos. O Brasileiro de Kickboxing é um deles”.

Através das redes sociais da TATAME, Capitulino Gomes também mandou um rápido recado. Confira abaixo: