* Aos 33 anos, a peso-palha Amanda Lemos vive grande fase no Ultimate. Após perder em sua estreia na organização, em 2017, a brasileira emendou três vitórias seguidas, a última um nocaute técnico sobre a compatriota Livinha Souza, neste mês de março, pelo UFC 259. O resultado colocou Amanda na 14ª posição do ranking em sua categoria e, em entrevista à TATAME, a paraense analisou essa trajetória até agora.

“Eu sempre entro no octógono com o intuito de nocautear ou finalizar, e graças a Deus consegui terminar a luta (contra Livinha) rapidamente. Minha trajetória na organização é de superação, muitas coisas aconteceram, mas enfim estou de volta. Agora eu quero continuar com o trabalho, mostrando evolução a cada luta e ganhando meu espaço”, disse Lemos, que tem nove triunfos, um revés e um empate no cartel.

Pensando em seu próximo desafio, Amanda apontou o nome de duas americanas, Angela Hill e Felice Herrig, como possíveis adversárias. Entretanto, não descartou enfrentar alguma compatriota. Apesar de não ser o “cenário ideal” na opinião da lutadora, o ranking da divisão conta com as brasileiras Marina Rodriguez (6ª), Claudinha Gadelha (7ª), Amanda Ribas (10ª), Mackenzie Dern (11ª) e Virna Jandiroba (13ª) no Top 15.

“Angela Hill e Felice Herrig são lutas boas, porém, quem o UFC mandar, eu encaro. Sobre lutar com brasileiras, não é bom, mas faz parte do trabalho. Estou ciente de que terei que enfrentar alguma brasileira porque elas estão à minha frente no ranking. Se para ser campeã eu tenho que enfrentar outras brasileiras, então que venham”, projeta Lemos, que ainda completou. “O cinturão é uma consequência do meu trabalho. No momento eu só quero lutar, me testar, enfrentar as melhores e fazer grandes lutas para o público”, encerrou.

 

* Por Diogo Santarém