* Conhecido pelos seus vídeos no YouTube e redes sociais, Jake Paul foi mais um a se aventurar no mundo do Boxe e, até o momento, tem duas lutas na modalidade, vencendo ambas por nocaute. Com um estilo provocador, o americano se notabilizou também por ter acumulado uma lista de desafetos de respeito. Nomes como Vitor Belfort, Henry Cejudo, Mike Perry e Claressa Shields já desafiaram o youtuber, ao mesmo tempo em que ele lançou desafios a Conor McGregor, Nate Diaz, Michael Bisping, Dillon Danis e Ben Askren.

Com Askren, inclusive, Jake conseguiu o que tanto queria. No próximo dia 17 de abril, o irmão de Logan Paul vai enfrentar o ex-lutador do UFC, em duelo que ainda não teve local definido e nem regras estabelecidas. Já há alguns meses, o norte-americano vem se preparando para a disputa de Boxe e, em um dos seus treinamentos, ele contou com o auxílio do brasileiro Markus Maluko, que também é ex-lutador do Ultimate.

Sem lutar MMA desde janeiro e vindo três derrotas consecutivas, o peso-médio brasileiro conversou com a TATAME e revelou como recebeu o convite para fazer uma sessão de sparring de Boxe com Jake Paul. Inicialmente, Maluko citou que sua intenção era ajudar na preparação do americano para a luta contra Ben Askren, mas suas impressões sobre o youtuber mudaram logo após o primeiro contato entre eles.

“O meu treinador de Boxe mandou mensagem à noite, depois da minha luta, um mês parado, e me convidou para fazer um sparring de Boxe. Ele disse que iam me pagar por isso. Acabei que fui lá e meti a mão nesse playboy (Jake Paul). Eu fui com a ideia de ajudá-lo, mas achei ele bem arrogante, bem mala, então tirei o sangue da cara dele e ainda fui pagou por isso. Então foi muito legal”, disse Markus, que ainda completou:

“Acho que o Ben Askren leva a melhor. O Logan Paul sabe bater, é técnico, mas ele não tem culhão e o ‘sangue no olho’ do lutador profissional. O Askren já passou por muita coisa, foi campeão do ONE Championship, esteve no UFC. O moleque (Paul) tem medo de tomar ‘mãozada’ ainda, então vai dar Askren”.

* Por Diogo Santarém