Novo faixa-preta da Checkmat, Jackson Douglas prevê grandes títulos para a sequência de 2021: ‘Treino todos os dias pensando nisso’

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A carreira do jovem atleta Jackson Douglas, de apenas 26 anos, está prestes a alçar voos maiores. Agora na elite do esporte, ele priorizou uma carga maior de treino no quartel general da Checkmat, na Califórnia (EUA), sob o comando do professor Lucas Leite. Na faixa-preta há apenas quatro meses, Jackson competiu somente uma vez por conta da pandemia, mas acumula vitórias sobre Leonardo Davila, Kennedy Maciel, Estevan Garci e uma medalha de bronze no American National No-Gi, um dos poucos torneios feitos pela IBJJF em 2020.

“Competi pouco na faixa-preta, mas já pude perceber como é o nível dos campeonatos na elite do esporte. Você pode estar vencendo boa parte do tempo, mas por um descuido, pode acabar perdendo e ficar pensando como isso aconteceu. Eu notei que preciso estar em constante movimento durante a luta ou finalizar assim que uma boa oportunidade aparecer. As chances para finalizar são reduzidas na elite da faixa-preta. É bem gratificante poder estar vivendo o meu sonho e não vejo a hora de conquistar títulos grandes, assim como fiz nas faixas anteriores. Aprendo muito com meu professor Lucas e ele me ensina o que devo fazer para chegar no topo”, contou Jackson, ao relatar sua primeira experiência no adulto faixa-preta.

Nas faixas coloridas, por exemplo, o prodígio acumula medalhas de ouro no Campeonato Brasileiro, American National, Sul-Americano e diversos Opens da IBJJF. Vale citar ainda as medalhas de prata e bronze no Pan-Americano, Pan-Americano No-Gi e Mundial sem quimono, todos com o selo da IBJJF de qualidade.

“Eu gosto de competir e tenho uma vida voltada para isso. Minha jornada nas faixas-marrom e roxa foi marcadas com boas performances, medalhas de ouro e muita experiência acumulada para também brilhar como faixa-preta. Treino Jiu-Jitsu todos os dias pensando nas conquistas que posso ter quando o mundo voltar ao normal. Eu sigo com o protocolo certo do sucesso, que é trabalhar duro todos os dias. O treino aqui é muito bom e a vivência é de outro patamar, estar rodeado de campeões mundiais. Também tem toda a experiência que absorvo com Lucas leite, Luiz Panza, Leozinho Vieira e os demais ícones da equipe”, afirmou o jovem, que volta a lutar neste mês de março, quando disputa o Orlando e o Arizona Open, nos Estados Unidos.

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