Líder da equipe Pirâmide Grappling, o faixa-preta Marco Aurellio de Queiroz foi campeão sem quimono no Rio Open da Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu, a CBJJ, no mês de março. O foco agora é o Sul Americano No-Gi, também no Rio de Janeiro, dias 24 e 25 de abril, na Arena da Juventude, Parque Olímpico de Deodoro.

Marco Aurellio disse em entrevista à TATAME que a pandemia do novo coronavírus limita um pouco os treinos, mas que o grupo segue focado e aproveitando o embalo do camp e dos resultados no Rio Open. O treinador e lutador também comentou sobre a recuperação que teve após quebrar o braço no fim do último ano.

“Junto com nosso preparador físico Ítallo Vilardo conseguimos aproveitar a manutenção do camp que fizemos para o Rio Open para chegar no auge do Sul Americano. A preparação para o Rio Open foi excelente pois consegui treinar bem sem nenhuma lesão mais grave. Digo isso, porque em novembro do ano passado quebrei meu braço e isso me atrapalhou na preparação do Big Deal, mas graças à equipe Fisio Azevedo, do meu preparador Fábio Azevedo, me recuperei”, falou Marco, que fez um balanço do time no Rio Open:

“Apesar de ter sido campeão, eu gostaria de ter tido um resultado melhor no quadro geral por equipes, porém já corrigimos bastante alguns erros e tenho certeza que, dessa vez, teremos um melhor resultado em grupo. Devido à pandemia, entramos com poucos atletas, se não me engano, menos de cinco. Agora, iremos com mais de 20 competidores que estão preparados para serem campeões”, projetou o casca-grossa.

No Rio Open, Marco Aurellio estreou na categoria dos meio-pesados e confirmou a medalha de ouro. O lutador comentou a sensação de vencer um campeonato importante no cenário nacional do Jiu-Jitsu.

“Ser campeão é uma sensação indescritível. Não importa quantas vezes você ganhe, a sensação sempre é incrível, porque você sente todo o seu trabalho e dedicação sendo recompensados e que naquele dia você foi o melhor. Fiz a minha estreia na categoria dos meio-pesados e me senti muito bem, acredito que devo me manter nela e, às vezes, alternando de volta para o médio”, concluiu o faixa-preta da Pirâmide Grappling.