Gabriela Chibana e Eric Takabatake começam bem no Judô, mas ficam sem medalha em Tóquio

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O primeiro ippon das Olimpíadas de Tóquio 2020 – realizadas em 2021 por conta da pandemia – teve a assinatura da brasileira Gabriela Chibana (48kg) que, em apenas 14 segundos, encaixou o golpe perfeito na atleta do Malauí, Harriet Bomface, e avançou às oitavas de final. Em seguida, Chibana parou no ippon de Distria Krasniq (Kosovo) – número um do mundo – e despediu-se dos Jogos, assim como Eric Takabatake.

“Ali foi Judô mesmo, não pensei, só entrei. Você estar nesse ‘flow’ e o golpe sair é treino. Foi uma luta de cada vez. A primeira já tinha passado e estava com o planejamento para a segunda luta. Sabia que ela (Krasniq) era bem forte, de força mesmo, tentei movimentar melhor na luta, mas acabei caindo de ippon”, explicou.

Já Eric, que também era estreante em Olimpíadas, venceu Soukphaxau Sithisane, do Laos, com dois waza-ari (ippon) em sua primeira luta. Nas oitavas, ele precisaria passar pelo sul-coreano Won Jin Kim, número 9 do ranking mundial. Em luta equilibrada, o brasileiro levou duas punições nos primeiros minutos, mas não recuou. Defendeu-se das entradas do coreano e carregou o combate ao tempo extra. Eric chegou a jogar Kim, em lance que precisou de revisão da arbitragem de vídeo. A mesa não deu o waza-ari e, em seguida, o rival encaixou uma combinação de técnicas de perna para projetar o brasileiro por ippon e encerrar o duelo.

No segundo dia dos Jogos Olímpicos, o Judô brasileiro terá, novamente, mais dois estreantes: Larissa Pimenta e Daniel Cargnin, ambos formados nas categorias de base da seleção brasileira, com resultados expressivos.

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